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Roraima - Polícia prende servidores que invadiram Sefaz e roubaram vale

Roraima - Polícia prende servidores que invadiram Sefaz e roubaram vale

DA REDAÇÃO

23 de Janeiro de 2008 às 08:29

 Roraima - Polícia prende servidores que invadiram Sefaz e roubaram vale

FOTO: (Divulgação)

O Setor de Operações do 1º Distrito Policial prendeu ontem três servidores públicos acusados do roubo de cerca de R$ 80 mil em Vale Solidariedade (antigo Vale Alimentação) ocorrido em novembro passado, de dentro de uma sala da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz). A polícia descobriu que o vigilante do prédio, Pedro Faustino, que na primeira versão contou que tinha sido assaltado por três homens armados, estava de conluio com os outros dois envolvidos. Pedro Faustino apontou Márcio da Silva Cruz, 25, funcionário afastado do órgão, que inclusive já foi investigado antes pelo mesmo tipo de crime, como autor do furto. Ele tinha fugido para o Pará, mas ao retornar para Boa Vista foi preso. O outro envolvido, Sinei Mota Cardoso, 29, era responsável pelos vales. Todos foram flagrados pela câmara de segurança, o que auxiliou a investigação policial. De acordo com a investigação, Márcio da Silva Cruz liberou o acesso de outro comparsa, um chaveiro conhecido como Rômulo, que abria as portas das salas da secretaria até chegar ao cofre de onde retiravam os vales. Márcio contou que os vales eram comercializados por Sinei, que chegou a trocar cerca de R$ 40 mil em vales em empresas locais antes desse roubo. O produto do furto era dividido com os comparsas. Márcio contou que o autor intelectual do crime foi o vigia Pedro Faustino. Nós então solicitamos a Justiça que concedesse a prisão preventiva dos envolvidos e, quando foi concedida, todos foram presos. Tanto Márcio quanto Pedro têm passagem pela polícia. Os dois foram acusados de peculato e Sinei por receptação de objetos furtados, explicou o coordenador da operação, delegado Alexander Lopes, titular do 1º Distrito Policial.
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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