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FEMINICÍDIO: MP decide que acusado de matar professora Joselita irá a julgamento

O acusado será julgado pelos crimes de feminicídio e tentativa de homicídio praticado contra o pai dela

RONDONIAOVIVO

27 de Junho de 2019 às 16:31

FEMINICÍDIO: MP decide que acusado de matar professora Joselita irá a julgamento

FOTO: (Divulgação)

O homem acusado de matar a professora Joselita Felix(foto), no dia 17 de março deste ano irá a júri popular. A decisão pelo julgamento de Ueliton Aparecido da Silva(foto), 35 anos, foi tomada pelo juiz José Gonçalves da Silva Filho, da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Porto Velho, com data a ser definida.

 

Na sentença, que foi publicada nesta quinta-feira(27), o juiz informa que Ueliton será julgado pelo crime de feminicídio cometido contra a professora e de homicídio praticado contra o pai dela, Francisco Félix, de 74 anos.

 

O texto informa também que os crimes foram cometidos por motivo fútil e que as vítimas não tiveram como se defender do acusado. Outra decisão do magistrado é a de que o Ueliton aguarde o julgamento preso. Atualmente, ele está no presídio Pandinha, em Porto Velho.

 

No mês passado, foi realizada audiência de instrução, onde Ueliton confessou o assassinato da professora, mas afirmou que não foi a pauladas e que agiu em legítima defesa. Ele disse que empurrou a vítima para se defender das agressões feitas a ele por ela e pelo pai dela. Segundo ele, ao empurrar a mulher, ela teria caído no chão e batido a cabeça.

 

Na denúncia, consta que no dia dos crimes, Ueliton não estava aceitando o fim do relacionamento de três anos que teve com Joselita, decidindo ir até a casa do pai dela, Francisco Félix. No local, após a arrombar a porta do imóvel, se armou com uma faca e atacou o idoso. Em seguida, com um pedaço de madeira partiu para cima da professora que não teve como se defender.

 

 

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O crime

 

A morte de Joselita ocorreu no dia 17 de março no município de Candeias do Jamari. Ela foi atacada na cabeça várias vezes e não resistiu as pancadas morrendo no local.  A mulher já estava temendo que algo pior pudesse ocorrer, tanto que um dia antes do crime, manteve contato com uma amiga, quando enviou áudios expressando o medo e afirmando que pretendia entrar com medida protetiva contra Ueliton.

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