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BUSCAS: Polícia apreende pedra preciosa e mala de dinheiro em casa de João de Deus

Desde o início das buscas, a corporação encontro mais de R$ 400 mil em espécie e armamento

CORREIO BRAZILIENSE

21 de Dezembro de 2018 às 16:09

BUSCAS: Polícia apreende pedra preciosa e mala de dinheiro em casa de João de Deus

FOTO: (Divulgação/ Polícia Civil)

A Polícia Civil de Goiás apreendeu pedras preciosas, medicamentos e mala de dinheiro em três residências ligadas ao médium João de Deus, que foi preso por suspeita de ter cometido abuso sexuais durante atendimento a mulheres. Num destes locais, haveria um alçapão com acesso a um cofre, segundo o delegado-geral André Fernandes, que cuida do caso.

 

Desde que começaram as buscas, a corporação encontrou mais de R$ 400 mil em espécie e armamento. “Hoje, novamente mais dinheiro foi encontrado, mala, pedras preciosas e outros objeto”, citou. A Polícia Civil já tinham realizado buscas na residência. Os novos itens foram encontrados num guarda roupa que tem um fundo falso com um alçapão que dá acesso ao porão, onde se encontra o cofre. “Não tinha nada nele”, alegou o delegado. 

 

 

 

 

Nós temos 16 procedimentos, sendo que um foi concluído ontem e enviado ao poder Judiciário de Abadiânia. O inquérito indicia os crimes que praticou e deu a sustentação à prisão. As outras investigações continuam com a maturação que necessita. Assim que estiver todas as provas formatadas, com certeza, outros inquéritos estão sendo concluídos com medidas cautelares sendo pedidas e mais interrogatórios de João Teixeira”, afirmou. 

 

De acordo com o delegado, outras investigações, como de lavagem de dinheiro, estão sendo tratadas “cada um a seu tempo” com outros delegados especializados. “Com a tratativa específica por parte da Polícia Civil”, disse Fernandes. 

 

Em 1996, um ex-funcionário de João de Deus o acusou de tortura e mencionou que ambos atuaram juntos em tráfico de cocaína, segundo reportagem da revista Veja. Segundo a publicação, um juiz do Ministério Público pediu a instauração de um inquérito que acabou não se desenvolvendo por oito anos até sua prescrição.

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