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Júri condena homicida por duplo assassinato a 28 anos de prisão

Os jurados da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho condenaram à pena de 28 anos de prisão no regime fechado, o desocupado GEOVANY CARLINSON DO NASCIMENTO, pelo assassinado de dois jovens, em maio do ano passado.

DA REDAÇÃO

29 de Abril de 2017 às 09:35

Júri condena homicida por duplo assassinato a 28 anos de prisão

FOTO: (Divulgação)

Os jurados da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Porto Velho condenaram à pena de 28 anos de prisão no regime fechado, o desocupado GEOVANY CARLINSON DO NASCIMENTO, pelo assassinado de dois jovens, em maio do ano passado. As vítimas, Paulo Henrique de Souza Lima, 21 anos e Valdimir Cardoso Da Silva Neto, 21 anos, foram assassinadas e jogadas no rio Madeira e tiveram seus restos mortais encontrados no Ramal da Maravilha por uma equipe da Polícia Civil e resgatados pelo Corpo de Bombeiros.

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O motivo do crime foi por um “desacerto” de uma transação de droga. Geovany pagou duas pessoas, um deles menor de idade, para executar as vítimas, para não pagar uma dívida de seis quilos de cocaína.

Os jovens foram executados a tiros na estrada do Areia Branca no setor rural da capital e teve uma testemunha ocular, que se escondeu com medo de ser morto. A testemunha contou a polícia que os jovens seguiam ocupando uma moto Honda Biz e estavam sendo seguidos por um carro. As vítimas acabaram sendo abalroadas pela traseira e tão logo caíram foram alvejadas a tiros pelos ocupantes do veículo. Os corpos foram colocados dentro do porta-malas e desovado após a ponte sobre o Madeira.

Depois que os suspeitos fugiram, a testemunha entrou em contato com a polícia militar que se deslocou ao local e localizou apenas a moto toda suja de sangue e acionou os policiais civis do 4°DP que iniciaram as investigações. Depois de algumas horas em diligências o veículo foi localizado e três suspeitos que não tiveram os nomes revelados foram levados para delegacia onde prestaram esclarecimentos e de imediato confessaram a autoria do crime e ainda disseram onde jogaram os corpos.

A perícia constatou perfurações nos corpos das vítimas, uma delas com o pescoço amarrado por corda. De pronto, os corpos foram reconhecidos pelos familiares que acompanharam os trabalhos de resgate dos bombeiros e da perícia. Os restos mortais foram encaminhados para o Instituto Médico Legal. Os suspeitos detidos confessaram que foram contratados por um suspeito identificado apenas como "Geovane" e que a motivação teria sido por uma dívida de 72 mil reais, que as vítimas teriam vendido uma droga avaliada nesse valor para o suspeito é que estava sofrendo ameaças de morte por conta das vítimas.

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