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'RECICLA': Presidente do TJRO entrega Ecoponto à população de Ji-Paraná

O container do projeto Recicla Jipa foi financiado com recursos das penas pecuniárias

COMUNICAÇÃO TJRO

16 de Dezembro de 2019 às 10:57

'RECICLA': Presidente do TJRO entrega Ecoponto à população de Ji-Paraná

FOTO: (Divulgação)

O presidente do TJRO, desembargador Walter Waltenberg, inaugurou na manhã desta sexta- feira, 13, o Ecoponto, do projeto Recicla Jipa. No container a população pode depositar resíduos sólidos recicláveis de acordo com a idenfiticação indicada no próprio local.

 

O Ecoponto foi financiado pelo Poder Judiciário, com recursos advindos das penas pecuniárias. O valor de 34 mil reais financiou 3 Ecopontos e um escritório (miniecoponto).

 

Participar do programa é extremamente gratificante. Fiquei muito honrado pelo o juiz Maximiliano Deitos ter me aguardado para esta entrega aqui hoje, em Ji-Paraná. Quero agradecer a todos por estarem aqui, envolvidos nesse projeto e a prefeitura, que tem mesmo esse dever, por incentivar a reciclagem e fazer essa parceria com a cooperativa”, disse o presidente em seu discurso.

 

Waltenberg elogiou o trabalho da COOCAMARJI (Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis de Ji-Paraná) baseado na coleta seletiva e comemorou a parceria firmada pelo magistrado de Ji-Paraná na ação ambiental. “Acho que aqui nós podemos traçar um compromisso institucional no sentido de que todos nós vamos disseminar essa cultura dentro de nossas instituições e de nossas casas”, completou.

 

O juiz Maximiliano Deitos apresentou números, da colaboração do Judiciário, iniciativas ambientais. “Destinamos 6.500 mudas à Secretaria Municipal do Meio Ambiente; iniciamos um projeto para gramar todas as escolas públicas do município; compramos um drone para polícia ambiental; destinamos 18 mil reais para a Fundam, para aplicação em projeto ambientais e agora estamos em tratativa com o Ifro para construir um viveiro modelo para a cidade orçado em 15 mil reais. Todos os projetos custeados com penas pecuniárias de infratores do meio ambiente” explicou o magistrado.

 

Ele resgatou ainda o histórico de parceria do Judiciário com a cooperativa de catadores no árduo trabalho da coleta seletiva dos resíduos, desde a época que a juíza Maria Abadia atuava em Ji-Paraná. “Nosso sonho é chegar a 40 ecopontos em 4 anos. O judiciário já financiou 3 e pretende doar mais 3 para, junto com outras instituições, atingir esse objetivo”, acrescentou.

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