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FAKE NEWS: Suspeito que fazia perfis falsos para atacar adversários políticos é identificado

Após as Buscas e ante as provas colhidas a, então suspeita, veio a confessar os crimes imputados contra sua pessoa

DA REDAÇÃO

23 de Abril de 2019 às 20:46

FAKE NEWS: Suspeito que fazia perfis falsos para atacar adversários políticos é identificado

FOTO: (Divulgação)

 

Porto Velho,  RO - A Polícia Civil de Urupá deflagrou na manhã desta terça-feira, a Operação "Fake 2”. As investigações se iniciaram há aproximadamente um mês quando as vítimas registram ocorrências dando conta de que perfis falsos das redes sociais Facebook e Instagram, estariam denegrindo, difamando, caluniando e injuriando as vítimas com postagem falsas. 

 

Tais postagens tiravam o sossego das vítimas pelas ofensas imputadas as pessoas e sempre eram escondidas atrás dos perfis falsos “Any Kis”, “Kaisksj”, “Ana Carolina Paganni” e “jhjhjygy”.

 

Após trabalho de inteligência, os investigadores obtiveram informações a cerca da identidade da pessoa (P.L.L) a qual usava tais perfis falsos e, junto ao Judiciário, requereu Mandado de Busca e Apreensão o que foi prontamente deferido. 

 

Após as Buscas e ante as provas colhidas a, então suspeita, veio a confessar os crimes imputados contra sua pessoa sendo que a citada ainda teve seu aparelho celular apreendido a fim de ser periciado.

 

A Polícia Civil informa que se houver outras vítimas dos citados perfis Fakes que compareçam à Delegacia a fim de registrar Ocorrência Policial para providencias cabíveis.

 

A primeira

 

A primeira Operação Fake aconteceu em agosto de 2016 e contou com apoio da Delegacia de Alvorada do Oeste e da Delegacia de Crimes Cibernéticos de Belo Horizonte (MG) com objetivo de cumprir mandados judiciais de busca e apreensão e condução coercitiva.

 

Assim como a realizada hoje, a Operação investigou integrantes de um grupo que age no município de Urupá se utilizando de um perfil falso na rede social Facebook, com o objetivo de injuriar, difamar e caluniar adversários políticos, com vistas a interferir nas eleições municipais no período.

 

Conforme a PC de Urupá, as investigações indicaram uma possível ocorrência dos crimes de associação criminosa, calúnia e difamação, cujas penas somadas podem passar de quatro anos de reclusão.

 

Na ocasião, quatro pessoas foram conduzidas à Delegacia, e tiveram busca e apreensão em seu desfavor, um deles em Belo Horizonte, cujos mandados foram cumpridos pela Delegacia de Crimes Cibernéticos da capital mineira.

 

DRACO

 

Na cidade de Cacoal  a Polícia Civil também investiga ações de grupos políticos adversários da prefeita Glaucione Rodrigues (MDB), que promovem sistematicamente uma campanha de difamação,  injúria e ameaças através de perfis Fake News no Facebook e Whatsapp. 

 

A investigação está sendo realizado pela DRACO -  Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas.

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