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PISA 2018: Escola particular faz uma educação de primeiro mundo no Brasil

Pelos padrões da OCDE , fica evidente que a rede privada brasileira constitui um núcleo de excelência, com nível de desempenho equiparável ao de países desenvolvidos.

ASSESSORIA

5 de Dezembro de 2019 às 09:50

PISA 2018: Escola particular faz uma educação de primeiro mundo no Brasil

FOTO: (Divulgação)

A divulgação dos resultados segmentados do Pisa 2018, divulgados na última terça-feira (3), revela o abismo existente entre a pontuação média geral do Brasil e o desempenho da rede privada. Pelos padrões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico - OCDE , fica evidente que a rede privada brasileira constitui um núcleo de excelência, com nível de desempenho equiparável ao de países desenvolvidos. Com isso comprova-se que o setor privado proporciona aos seus alunos um ensino com padrão de primeiro mundo. 

 

Em leitura, com 510 pontos, a escola particular brasileira fica em 11º lugar, acima de países grandes como, Reino unido, Alemanha e França. Em matemática, com 473 pontos, está muito próximo dos EUA, por exemplo. Em ciências, com 495 pontos, fica a frente de Portugal, Espanha e Áustria. 

 

“Entendemos que está na hora de aproveitar a expertise das instituições particulares para melhorar a educação básica brasileira, que encontra-se estagnada. Queremos ser chamados para ajudar no projeto de educação do Brasil”, afirma o presidente da Federação Nacional das escolas particulares  - FENEP, Ademar Batista Pereira.

 

Visando melhorar cada vez mais, as escolas particulares firmaram convênio com a Fundação Cesgranrio para a próxima edição do Pisa para Escolas, que será realizado em maio de 2020. Após a avaliação, as instituições receberão  um detalhado dossiê, ao qual será possível reavaliar seus projetos de ensino, buscando  aperfeiçoar seus resultados.

 

“A escola particular vem aumentando a sua representatividade na formação da educação brasileira, com mais de 9 milhões de estudantes na educação básica, mesmo em tempos de crise e com a diminuição da taxa de natalidade, aumenta sua participação, porque a sociedade investe na formação dos seus filhos”, destaca Ademar. 

 

Essa será a primeira vez que escolas brasileiras tomam a iniciativa de se associarem com o propósito de empreenderem uma avaliação em larga escala. Ao dar esse passo, a FENEP está contribuindo para o amadurecimento da cultura lda avaliação no setor educacional. Por essa razão, independente do desempenho que venha a ser apurado, a circunstância agora gerada marca um novo momento para as escolas: de promoção da qualidade do ensino às novas gerações.

 

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