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CRIANÇAS: Aqua Center promove campanha de prevenção de afogamentos em piscinas

“Não vemos interesse nenhum do poder público na execução de uma política de prevenção”, declara.

DA REDAÇÃO

12 de Novembro de 2019 às 12:35

CRIANÇAS: Aqua Center promove campanha de prevenção de afogamentos em piscinas

FOTO: (Divulgação)

A Escola de Natação Aquacenter desencadeou campanha de prevenção ao afogamento de crianças em piscinas. A direção está promovendo palestras, aulas temáticas e dicas de prevenção para pais e alunos. No sábado,08, foi lançada a campanha durante evento na instituição de ensino.

 

 

“O número de crianças que se afogam não intencionalmente é grande, especialmente na faixa etária de um aos quatro anos, daí a necessidade de desenvolvermos essa ação de prevenção anualmente”, afirma Júlia Tonon.

 

De acordo com dados do Ministério da Saúde (MS), ainda de 2016, todos os dias no Brasil 17 pessoas morrem afogadas, sendo que três delas são crianças. “Essa estatística é preocupante, pois são mortes que podem ser evitadas”, destaca Tonon.

 

No ano de 2016, última estatística do MS, foram 913 óbitos por afogamento de crianças de até 14 anos de idade. De acordo com Júlia Tonon, o poder público não dá a devida atenção a esse problema de saúde pública. “Não vemos interesse nenhum na execução de uma política de prevenção. Até mesmo campanhas de alerta já ajudavam”, declara.

 

Um projeto de lei que disciplina a prevenção de acidentes em piscinas no território nacional tramita no Congresso desde 2014. A ausência de regras definidas a todos os Estados é duramente criticada por pessoas que perderam entes queridos em afogamentos.

 

Afogamento no mundo

 

Em todos os países, o afogamento está entre as principais causas de morte de crianças pequenas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os números, contudo, são nebulosos: muitos governos, em geral da Ásia e África, não repassam as informações à OMS. Cerca de 360 mil pessoas morrem por afogamento ao ano no mundo, em todas as faixas etárias. No entanto, especialistas afirmam que esse é um valor subestimado, podendo chegar a até 1 milhão de óbitos.



Fonte: BBC

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