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VENDAS: Para lojistas saques do FGTS deverão impactar comércio varejista

A medida provisória, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) no dia 24 de julho, altera as regras de saque e permite sacar um valor de até R$ 500,00 por conta, ativa ou inativa, a partir de setembro desse ano

ASSESSORIA

8 de Agosto de 2019 às 15:16

VENDAS: Para lojistas saques do FGTS deverão impactar comércio varejista

FOTO: (Divulgação)

A liberação do saque de contas ativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) gerou uma expectativa positiva no varejo de Porto Velho quanto ao aumento do movimento das vendas no comércio nos últimos meses de 2019, bem como a redução da inadimplência das dívidas. Entretanto, para a presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Velho, Joana Joanora das Neves,   a liberação do saque do FGTS dará um fôlego de curto prazo na economia, uma vez que a liberação será feita de forma parcial.

 

A medida provisória, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) no dia 24 de julho, altera as regras de saque e permite sacar um valor de até R$ 500,00 por conta, ativa ou inativa, a partir de setembro desse ano.

 

Além disso, também foi criado o Saque Aniversário, que permitirá ao trabalhador, a partir de abril de 2020, sacar uma parte do dinheiro do FGTS todos os anos. Poderá ser sacada uma parcela de 5% a 50% do FGTS, mais um valor fixo, dependendo do saldo. Esse saque poderá ser usado à título de empréstimo – modelo consignado –. O governo espera injetar 42 bilhões de reais na atividade econômica até 2020.

 

Na opinião da presidente da CDL-PVH, sem dúvida haverá um aquecimento na economia, porém, o impacto neste ano deve ser inferior ao de 2017 depois da liberação realizada pelo então presidente Michel Temer.

 

Joanora recorda que naquele ano, - de acordo com a Confederação Nacional do Comércio – CNC-, do total de 44 bilhões retirados do fundo, -  com saques médios de 1.700 reais, cerca de 25% do montante foi utilizado para o consumo. O restante realocado para o pagamento de outros gastos e os trabalhadores priorizaram pagamento de dívidas. “Foi um impacto significativo à época. Esperamos agora um aquecimento, porém, mais tímido”, declara.

 

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