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POR VICK BACON: PT, PSDB E MDB foram os que mais perderam filiados e o NOVO o que mais ganhou

O nosso entrevistado no Programa Diálogo dessa quarta-feira (05 de junho) é o Dr. Fabrício Jurado (advogado em Porto Velho) acompanhado do Sr. Igor Triveiro do Partido Novo

POR VICTORIA BACON

4 de Junho de 2019 às 15:10

POR VICK BACON:  PT, PSDB E MDB foram os que mais perderam filiados e o NOVO o que mais ganhou

FOTO: (Divulgação)

Dados do TSE revelam que, proporcionalmente o partido Novo foi o partido que mais cresceram em número de filiados entre janeiro e abril deste ano, segundo levantamento realizado. Embora o crescimento do PSL do partido do presidente é o que mais acentuou crescimento desde a última eleição (2018), coube ao partido NOVO o crescimento em liderança no último mês (maio de 2019).  Proporcionalmente, o partido com maior crescimento foi o Novo, que registrou um avanço de 29%, saindo de 26,2 mil para 33,9 mil filiados. Presidente nacional do Novo, o empresário João Amoêdo afirma que a eleição foi uma vitrine para que o partido difundisse suas ideias. Grandes partidos como MDB, PT e PSDB seguem como os maiores partidos em número de filiados. Coube à tríade PT- MDB. PSDB recorde de desfiliação desde janeiro de 2019, conforme dados apresentados pelo Tribunal Superior Eleitoral.

 

João Amoedo, fundador do NOVO é carioca e foi o quinto candidato mais votado nas eleições de 2018, superando Marina Silva e Álvaro Dias.

 

MDB, PSDB e PT perdem protagonismo para o NOVO e PRB do vice-presidente Mourão).

 

 Após três décadas ditando os rumos da política no País, MDB, PT e PSDB viram-se apeados não apenas da presidência das duas Casas legislativas, mas também dos cargos da Mesa Diretora da Câmara. É a primeira vez desde a redemocratização que as três siglas, que concentram o maior número de filiados, ficam de fora dos postos de comando da Casa.

 

O caso de PT, MDB e PSDB na Câmara é visto como reflexo do desempenho que tiveram nas urnas e de erros de estratégia após a eleição, segundo parlamentares ouvidos pela reportagem. "Novas forças políticas emergiram. Estamos na Legislatura do 'se vira nos trinta', diversas bancadas com cerca de 30 deputados. Isso alterou também o peso de cada partido na hora da negociação", diz Marcos Pereira (PRB-SP), deputado em primeiro mandato e que foi eleito 1º vice-presidente da Câmara.

 

 O MDB, que já teve a maior bancada da Casa, foi o que mais minguou na última eleição: saiu de 66 eleitos, em 2014, para 34 em 2018. Hesitou em unir-se ao bloco costurado por Maia, selando o apoio somente às vésperas da eleição, quando as principais vagas da Mesa já haviam sido negociadas. Ficou com uma suplência e ainda disputa nos bastidores a presidência de uma comissão importante. Desde a Constituinte, o partido jamais ficara sem um posto na Mesa Diretora. "Tinham a fonte a seu lado, não deram bola, e agora terão de se contentar com um copo d'água", diz o deputado Hugo Leal, do PSD, um dos primeiros partidos a fecharem com Maia.
   

Mesmo tendo eleito a maior bancada no ano passado, com 56 deputados, o PT ficou apenas com uma vaga de suplente na mesa e deve ter o comando de uma comissão de menor importância. Manteve assim, situação da legislatura passada. Desde 1997, quando passou a ter cargo na Mesa Diretora, o PT experimentara dois hiatos: de 2005 a 2007, quando Severino Cavalcanti (PP-PE) foi eleito, alijando o partido do então governo do comando, e de 2015 para cá, com as eleições de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Maia.


O Novo e a distância de Bolsonaro

 

O Globo diz que o partido Novo “busca opções para evitar ser confundido como linha auxiliar do governo de Jair Bolsonaro”.

 

 A explicação é de que “a um ano da disputa pelas prefeituras, o Novo considera que é necessário manter uma certa distância para que sua agenda não se confunda com a do PSL”.

 

Partido Novo terá consultoria para achar candidatos a prefeito.

         

Em entrevista ao Estado, João Amoêdo, um dos fundadores da sigla e candidato derrotado à Presidência da República no ano passado, disse que busca nomes que não tenham “vícios políticos”. “Nossa exigência é que os candidatos tenham pelo menos oito anos de experiência em cargos privados ou públicos”, disse ele, que fez sua carreira no mercado financeiro e é defensor de ideias liberais, como a redução do tamanho do Estado. “Se for pensar bem, o que significa um bom gestor? Uma pessoa que saiba definir bem suas prioridades, montar uma boa equipe. Dialogar constantemente. Na iniciativa privada é assim”, afirmou.

 

O Partido Novo adotou um método diferente para escolher seu próximo candidato à prefeitura de Curitiba - a eleição será no ano que vem. Nos moldes de um reality show da política, o processo seletivo, que também vem sendo replicado em todo o país, tem três etapas.

 

Na capital paranaense, a disputa começou com 16 inscritos, que apresentaram os currículos, como para uma vaga de emprego. Neste primeiro momento, uma triagem foi feita por integrantes da sigla.


Quatro “candidatos a candidatos a prefeito” passaram então para a segunda etapa, que inclui a entrevista com profissionais da Exec, empresa de recrutamento de executivos de alto escalão que foi contratada pelo diretório nacional para realizar o processo. Ao passar para essa etapa da seleção, cada candidato desembolsou R$ 4 mil para seguir na disputa.

 

Quem passar por esta fase, que ainda está em andamento, terá depois de enfrentar novas entrevistas com representantes dos diretórios estadual e municipal da legenda. Nestas, inclusive, já terão que apresentar, em linhas gerais, o que pensam sobre a campanha e até sobre eventual plano de governo."

 

Os três partidos que mais perderam filiados desde 2019

 

O RONDONIAOVIVO irá conversar com representantes do Partido Novo no Programa Diálogo dessa quarta-feira a partir das 16 horas AO VIVO.

 

Fontes de Consulta:


Jornal O Estado de São Paulo, acesso em 01 de junho de 2019.
Jornal BBC NEWS acesso em 03 de junho de 2019.
Sítio eletrônico do TSE em 04 de junho de 2019.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este artigo/coluna não representa a opinião do rondoniaovivo e sim da autora: Victoria Bacon sendo ela responsável por tudo que será dito e/ou escrito a seguir.

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