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ODONTOLOGIA: Cirurgiã-dentista da Astir explica o que é endodontia

A profissional de saúde recomenda: Não tome medicamentos por indicação de terceiros, sobras de medicamentos e outro podem ser perigosos para sua saúde

ASSESSORIA ASTIR

10 de Outubro de 2018 às 10:34

ODONTOLOGIA: Cirurgiã-dentista da Astir explica o que é endodontia

Cirurgiã-dentista Kelyy Collins – Especialista em endodontia FOTO: (Assessoria Astir)

A cirurgiã-dentista, Kelly Collins, especialista em endodontia há mais de 20 anos explica o que é endodontia.

 

De acordo com a profissional especialista endodontia é:

 

Endodontia é a especialidade da odontologia responsável pelo estudo da polpa dentária, de todo o sistema de canais radiculares e dos tecidos periapicais, bem como das doenças que os afligem. Em casos de alterações por cárie, fraturas dentárias, trauma dentáriotrauma ortodônticolesões endo-periodontais, necessidades protéticas e outras patologiasendodônticas, o tratamento endodôntico (ou o tratamento de canal) está indicado, visando a manutenção do dente na cavidade bucal, e a saúde dos tecidos periapicais.

 

O tratamento endodôntico consiste em variadas manobras técnicas que visam restabelecer a normalidade dos tecidos dentais, ou pelo menos manter a estrutura dura em seu alvéolo sem presença de inflamação ou infecção. Por isso, o tratamento de Canal é apenas uma parte deste, em que se baseia em remover todo o tecido, vivo ou não, da câmara pulpar e do sistema de canais radiculares presente nas raízes selando-os em seguida.

 

Os avanços tecnológicos na Odontologia, a atualização das técnicas de procedimentos e fazendo uso dos mais potentes e eficazes anestésicos, fazer um tratamento endodôntico, do ponto de vista do paciente, tornou-se uma prática completamente indolor.

 

Dentre as manobras podemos destacar, em ordem de complexidade, o tratamento expectante, a curetagem pulpar, a pulpotomia, a pulpectomia e o tratamento cirúrgico (cirurgia parendodônticas).

 

 

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Tratamento expectante

 

É a manobra mais conservadora do tratamento endodôntico, em que consiste sempre na remoção do tecido cariado, a proteção do complexo dentina-polpa, e o selamento provisório da cavidade.

 

Curetagem pulpar

 

Consiste na remoção superficial da polpa coronária, que eventualmente tenha sido exposta durante o tratamento conservador, potencialmente contaminado por microrganismos do meio bucal.

 

Pulpotomia

 

pulpotomia é a remoção da polpa presente na câmara pulpar. Neste caso preserva-se o tecido pulpar que está nos condutos radiculares (canais). Devido a isso, a pulpotomia está indicada somente em casos que a lesão inflamatória restringe-se a uma pequena porção da polpa coronária.

 

Em crianças é onde se encontram os maiores índices de sucessos neste tratamento, devido ao fato do tecido pulpar não estar completamente amadurecido. Existe um grande índice de insucessos na pulpotomia, tais como mortificação pulpar ou formação de cálculos pulpares, o que restringe a técnica mais a dentes jovens. A pulpotomia está indicada principalmente, na Odontopediatria.

 

Pulpectomia

 

É o tratamento de canal comumente conhecido. Consiste em despolpar totalmente o dente; higienizar as paredes internas e a luz dos canais; modelar e selar, de modo o mais hermético possível, o sistema de canais radiculares com guta-percha (derivado de resina vegetal).

 

pulpectomia é considerada um procedimento complexo, onde tamanho do campo operatório, o comprimento do dente, a anatomia do sistema de canais radiculares e a fadiga dos instrumentos de corte contribuem para as dificuldades técnicas deste procedimento.

 

Tratamento Cirúrgico

 

Cirurgia endodôntica

 

O tratamento cirúrgico está indicado em casos de falhas anteriores no tratamento endodôntico, em perfurações acidentais, presença de lesões refratárias (não respondem ao tratamento endodôntico convencional), em alguns casos de fratura de instrumentos e a presença de próteses extensas que do ponto de vista estético e funcional estejam satisfatórias.

 

Preparo do canal radicular

 

Após o diagnóstico clínico, o dente é preparado para o tratamento endodôntico (anestesia, isolamento do campo operatório, anti-sepsia do campo). É realizada a abertura do dente, com o uso de brocas apropriadas, para o acesso ao canal. Em seguida inicia-se o preparo do canal radicular alargando a entrada até o terço médio do dente. A limpeza e a modelagem do canal radicular devem atingir uma profundidade, que é determinada pela medição do comprimento do dente (odontometria).

 

A limpeza e modelagem do sistema de canais radiculares se fazem pelo uso de instrumentos endodônticos manuais (aço inoxidável ou NiTi). Outra possibilidade mais recente é o emprego de instrumentos rotatórios os quais são acionados por motor especial de baixa rotação, que apresentam regulagem limite de torque, o que da mais segurança ao procedimento, diminuindo a probabilidade de fratura do instrumento (limas).

 

Atualmente essa etapa encontra-se tão evoluída que se usa apenas um instrumento rotatório para realizar todo o procedimento de instrumentação, onde antes se usava de seis a mais de dez limas, uma única lima (wave one) limpa e formata o canal para que este possa ser fechado (obturado), é a ciência colaborando cada vez mais para o tratamento de canal ser feito em uma sessão como a grande maioria das práticas cirúrgicas.

 

A profissional de saúde recomenda: Não tome medicamentos por indicação de terceiros, sobras de medicamentos e outro podem ser perigosos para sua saúde, principalmente antibióticos, antiinflamatórios, analgésicos potentes, entre outros. “Apenas o profissional cirurgião dentista e o médico (em caso de emergência) podem efetivamente receitar medicamentos, pois em caso de overdose ou ingestão de fármacos sem controle pode e muito piorar o quadro do paciente”, afirma Kelly.

 

O diretor executivo da Astir, AL SGT PM Alan Mota avisa que a especialista atende de segunda às quintas-feiras das 07h30min às 11h30min horas e nas sextas-feiras das 14h00min às 17h30min horas. “Em caso de urgência e emergência o associado deverá ser encaminhado para o Serviço de Pronto Atendimento que trabalha 24 horas, 7 dias por semana, com médico, equipe de enfermagem padrão e outros profissionais de saúde sobreaviso”. 

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