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DESÍDIA: Descaso com educação em PVH gera desabafo de aluno da Zona Rural

Mais uma vez o transporte escolar está parado e ano letivo está comprometido. Confira o vídeo:

DA REDAÇÃO

18 de Setembro de 2018 às 17:17

 

Uma internauta gravou um vídeo onde ela conversa com um aluno da 4ª Série A da Escola Municipal de Ensino Fundamental Deigmar Moraes de Souza, situada na Linha 28 de Novembro Km 22, Ramal Cujubim Grande em Porto Velho (RO). Na conversa o menino se identifica e diz que há nove meses não tem aula na escola. NA fala dele o que chama a atenção é o pedido dele. “Quero meu direito de estudar!”.

 

A mulher que interpela o menino, diz que os alunos se sentem enganados.”O ano de 2018 ainda não começou e isto é uma vergonha”, disse a mulher. “Queremos que seja cumprida a constituição”, completa sobre o direito de estudo para todos.

 

A reportagem buscou fazer contato com a escola, que tem dois números de celulares e nenhum fixo. Um deles atendeu e não é de ninguem da escola e o outro número ficou na caixa de mensagens. Procuramos contato telefônico com a Secretaria Municipal de Educação e sem êxito.

 

SEMED

No final da tarde de hoje a Assessoria de Comunicação da Prefeitura que atua na Secretaria Municipal de Educação, informou o motivo da parallllisação. Confira:.

 

"A equipe da Semed, responsável pelo contrato do transporte escolar, esteve na empresa esta semana e recebeu a informação de que o serviço só retornará quando o município der uma garantia que a empresa vai receber. Já a Semed não pode pagar mais nada enquanto a Justiça não rever o valor do contrato.

Ainda de acordo com a Semed o único pagamento que está em aberto é o mês de Agosto. Já foi entregue o faturamento para a empresa e a  prefeitura está aguardando a apresentação da nota fiscal para tentar pagar  judicialmente.

A empresa foi notificada e foi dado um prazo de 48 h para retornar os serviços. A Semed esclarece que já atingiu o valor que a CGU orienta que é devido, portanto não se pode, por parte do município ser feito nenhum pagamento a mais até o momento".

 

NOVE MESES

Sobre os nove meses sem aula a Semed diz que:

 

"A Semed enfatiza que lamenta toda essa problemática que surgiu desde a Operação Ciranda e de até o momento não ter tido êxito para dar continuidade ao serviço mesmo com a Justiça tendo mediado acordo entre empresa e município. Hoje a Semed não tem o poder de tomar nenhuma decisão em relação a qualquer novo pagamento à empresa.

 

A prefeitura já pediu orientação à Justiça sobre o caso e não teve resposta até o momento. Durante a Operação Ciranda, foi informado pela Justiça que um intermediador seria indicado para tomar a frente da situação, o que não foi feito até hoje.

 

Caso o serviço retorne em 48h a Semed vai novamente reorganizar o calendário escolar. Caso isso não aconteça, mais uma vez a prefeitura vai acionar a Justiça".

 

 

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