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ANTI-HELMÍNTICOS: Médica da Astir alerta sobre o uso sem receituário médico

Dentre as diferentes espécies de parasitas, existem os parasitas facultativos, que são assim chamados por não necessitarem unicamente de um hospedeiro para sobreviver.

ASSESSORIA ASTIR

18 de Abril de 2018 às 09:59

ANTI-HELMÍNTICOS: Médica da Astir alerta sobre o uso sem receituário médico

Médica Cintia Gomes FOTO: (Assessoria Astir)

A médica, Cintia Gomes, alerta sobre o uso indiscriminado de antihelminticos (também conhecidos como parasiticidavermicidas ou vermífugos, constituem uma classe de drogas (remédio ou medicação) utilizadas no tratamento de diferentes parasitoses (verminoses).

 

Dentre as diferentes espécies de parasitas, existem os parasitas facultativos, que são assim chamados por não necessitarem unicamente de um hospedeiro para sobreviver. 

 

Esta espécie é capaz de sobreviver tanto dentro (na forma parasita) quanto fora (vida livre) de outro organismo vivo. É o caso das larvas de moscas que podem desenvolver-se tanto em feridas necrosadas (como parasitas) ou em matéria orgânica em estado de decomposição (como larvas de vida livre).

 

O parasita é capaz de se reproduzir disseminando seus ovos, e estes, costumam infectar outros hospedeiros, dos quais eles retirarão seus meios de sobrevivência através do parasitismo.

 

Eles podem ser transmitidos entre os seres humanos através do contato pessoal ou do uso de objetos pessoais.

Podem também ser transmitidos através da água, alimentos, mãos sem a devida higienização, poeira, através do solo contaminado por larvas, por hospedeiros intermediários (moluscos) e por muitos outros meios.

 

 Os seres que parasitam o homem são divididos:

 

Seres unicelulares e microscópicos (ex: giárdia, trichomonas, etc) vermes de forma achatada (ex: taenia solium e saginata).

 

Vermes de forma arredondada (ex: ascaris lumbricoides, causadora da ascaridíase). Vermes de forma arredondada com pseudo-segmentação. Formado por insetos, ácaros em geral (ex: aracnídeos, inseto).

 

Os fármacos anti-helmínticos mais utilizados atuam em alvos metabólicos ou em certas características existentes nos parasitos e ausentes no hospedeiro. De modo geral, esses fármacos agem incapacitando o parasito por paralisia muscular ou afetando a função dos microtúbulos, impedindo o seu desenvolvimento por falta captação de metabólitos.

 

Os anti-helmínticos mais utilizados atualmente pertencem à classe dos benzimidazois, pois são fármacos de amplo espectro.

 

A médica explica que essa classe de medicamentos são hepatóxicos (ataca o fígado), diarréia, dores abdominais, náuseas, tontura, problemas gástricos, podem estimular o sistema nervoso central causando alucinações e episódios convulsivos, entre outros efeitos colaterais. “Alerto o paciente para que não tome medicamentos dessa classe ou outras, sem o receituário médico, de uma vez que esse profissional, através do exame clínico, parasitológico de fezes e sangue irá prescrever o fármaco correto e com a posologia certa, e se for o caso a medicação deverá ser repetida após 7 dias devido os vermes aporem ovos nos pulmões; Então todo cuidado é pouco”, concluiu a Médica.

O diretor executivo da Astir, CB PM Alan Mota informa os associados que o ambulatório da Astir Porto Velho tem a disposição médicos de segunda às sextas-feiras, manhã e tarde. Em caso de urgência e emergência o paciente deve ser conduzido ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) que conta com médico, equipe de enfermagem, Hospital Tiradentes e outros, 24 horas, 7 dias por semana, afirmou Alan.

 

Texto: Jornalista Wilson Souza/ Wikipédia

Fotos: Jornalista Wilson Souza

Fonte: Médica Cintia Gomes/Wikipédia/ST PM Seibert

Formatação e publicação: Stanley Monteiro

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