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Lixão e aterro sanitário, qual a realidade em Rondônia?

A comunidade vive a cada dia em estado de alerta e buscando junto aos órgãos competentes e ao ministério público uma resposta sobre o assunto

DA REDAÇÃO

19 de Agosto de 2017 às 09:39

Lixão e aterro sanitário, qual a realidade em Rondônia?

FOTO: (Divulgação)

Entenda as diferenças entre os “lixões a céu aberto” e um aterro sanitário. No lixão, os resíduos sólidos “lixo” são depositados a céu aberto. Geralmente, depois que o lixo que produzimos em nosso dia a dia é recolhido nas portas de nossas casas, nós esquecemos esse “incômodo para os olhos e narinas” e achamos que o problema está resolvido. No entanto, é importante parar para pensar e questionar: “Para onde foi o lixo?”.

Quando o nosso lixo que geramos em casa vai embora, é o momento em que o problema realmente começa. Isso porque nem todas as formas de destinação dos resíduos são adequadas. Mas como podemos diferenciar os tipos de destinações dos resíduos sólidos?

Os chamados “lixões” são vazadouros a céu aberto, que não fornecem nenhum tratamento adequado para o lixo. Isso significa que nos lixões os resíduos vindos de diversos lugares, como de residências, indústrias, hospitais e feiras, são simplesmente jogados, amontoados em grandes depósitos a céu aberto que geralmente ficam longe dos centros urbanos, apresentando-se como uma falsa solução à população.

Inclusive muitos lixões são clandestinos, o que acaba contaminando seriamente, o ar, o solo, o lençol freático e ainda atrai vetores de doenças, como germes, moscas, mosquitos, baratas e ratos.

Em Rondônia os lixões já deveriam estar erradicados segundo a lei 12.305 que trata do assunto e coloca fim aos lixões, porém muitas cidades ainda utilizam deste meio, infringindo a lei e comprometendo a saúde da população. A comunidade vive a cada dia em estado de alerta e buscando junto aos órgãos competentes e ao ministério público uma resposta sobre o assunto.

Nos aterros sanitários, por outro lado, o lixo residencial e industrial é depositado em solos que receberam tratamento para tal, ou seja, que foram  impermeabilizados, o que inclui uma preparação com o nivelamento de terra e com a selagem da base com argila e mantas de PVC, possuem sistema de drenagem para o chorume (líquido preto e tóxico que resulta da decomposição do lixo), que é levado para tratamento, sendo depois devolvido ao meio ambiente sem risco de contaminação, além de captação dos gases liberados, como metano, seguida da sua queima.

Sem sombras de dúvidas que o aterro sanitário é de longe a forma mais segura e eficiente para a disposição final dos resíduos sólidos urbanos e vale salientar que esta observação seja vista aos olhos rigorosos da lei.

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