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Proprietários de equinos devem tomar cuidados com os animais durante as cavalgadas

O mormo é uma doença respiratória que acomete equinos e que pode ser transmitida ao humano.

DA REDAÇÃO

11 de Julho de 2016 às 11:30

Proprietários de equinos devem tomar cuidados com os animais durante as cavalgadas

FOTO: (Divulgação)

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) alerta proprietários de equídeos (cavalos, burros e mulas) sobre cuidados que devem ser tomados para evitar infecção dos animais por mormo e anemia infecciosa equina (AIE) durante as cavalgadas.

As principais recomendações da Idaron para a prevenção são: não dividir cocho de alimento e de água e não participar desses eventos com animais com sinais sugestivos de doença.

O médico veterinário da Agência de Defesa Dalmo Bastos Sant’Anna explica que estas duas medidas são fundamentais para prevenir a contaminação durante as cavalgadas.

O mormo é uma doença respiratória que acomete equinos e que pode ser transmitida ao humano. Os animais doentes podem apresentar febre, secreção nasal, dificuldade respiratória, úlceras na pele, entre outros sintomas. Já os animais contaminados com AIE apresentam febre não contínua, sangramento nasal, inchaço na região ventral do abdômen, entre outros sintomas.

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Quanto à fiscalização em cavalgadas, a coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Equídea, Emanuela Panizzi, reafirma o compromisso da Agência Idaron em fiscalizar a entrada de animais em parques e o trânsito de veículos transportadores de equinos, e que é importante lembrar os exames negativos de mormo e anemia. “Dessa forma, garantimos a segurança sanitária de todos os animais envolvidos”. Ela também ressalta aos participantes das cavalgadas que os cuidados devem ser tomados de forma individual com a finalidade de garantir a saúde de seus animais.

Para animais vindos de outros estados, também é exigido atestado de vacinação contra gripe equina ou certificado sanitário emitido por médico veterinário de que não houve caso dessa doença nos últimos 30 dias no local de origem. A exigência desse documento não se aplica aos equinos de Rondônia porque no Estado nunca houve surto da doença.

O médico veterinário Dalmo lembra os proprietários de equinos que a validade dos exames deve cobrir todo o período do evento e o retorno do animal até a propriedade de origem.

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