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Rondônia é o segundo estado em licitações eletrônicas, governo foi premiado

Rondônia é o segundo estado em licitações eletrônicas, governo foi premiado

DA REDAÇÃO

28 de Março de 2016 às 14:51

Rondônia é o segundo estado em licitações eletrônicas, governo foi premiado

FOTO: (Divulgação)

Rondônia é o segundo estado brasileiro em pregões eletrônicos, com 82% do total, revela o levantamento da Bigmaster Licitações, com base em dados de 425 mil operações em 2015.O Distrito Federal (92%) é o primeiro colocado. Depois de Rondônia classificam-se os estados de Santa Catarina (80%) e Rio de Janeiro (76%).
 
A Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995 [do pregão eletrônico] ganhou mais eficácia a partir do primeiro mandato do governador Confúcio Moura, quando elevou-se da média de 30% para 90% dos processos, informou o superintendente estadual de licitações, Márcio Rogério Gabriel.“A transparência pressupõe acesso geral às compras públicas, da simples caneta ao trator, avião e aquisição de insumos de alta complexidade para a saúde pública”, disse.Atualmente, a Supel licita cinco a seis mil itens diferentes, a maioria deles destinada ao abastecimento e equipamento da rede hospitalar do estado.

PRÊMIO
 
Durante o 11º Congresso Nacional de Pregoeiros, em Foz do Iguaçu (PR), de 14 a 17 de março, a Supel recebeu o Prêmio 19 de Março na categoria de objeto mais inusitado. Rondônia concorreu com o pregão para aquisição de ovos de galinhas não férteis.Único no gênero, esse prêmio é conferido pelo Instituto Negócios Públicos, dividindo-se em cinco categorias e 17 subcategorias que valorizam pregoeiros e órgãos públicos.“Tivemos três concorrentes, recebemos 54% dos votos e o nosso trabalho foi reconhecido pela peculiaridade especial e por contemplar apenas produtores rurais e micro e pequenas empresas”, informou a pregoeira Maria do Carmo do Prado.

Lembrou que, no dia 28 de janeiro, em atendimento à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) a Supel licitou a compra de 120 dúzias [1.440 unidades] de ovos brancos grandes, de casca rígida e de galinhas Legorne não férteis, usados em testes de tuberculose pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen).Esses ovos abastecerão o Lacen durante um ano, na aplicação dos métodos Lowenstain Jensen [sensibilidade] e Ogawa Kudoh [cultura].Segundo o superintendente Márcio Gabriel, por causa das exigências da saúde pública, o trabalho licitatório governamental em Rondônia incorporou itens incomuns, entre os quais pele de suíno [usada na regeneração da pele de vítimas de queimaduras] e prótese peniana.“Assim, nosso trabalho hoje é multidisciplinar e perpassa toda a necessidade de suprimento de bens e serviços da administração pública”, acrescentou Márcio Gabriel.
 

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