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Centro de Zoonoses convoca faltosos a vacinarem seus animais contra a raiva

Centro de Zoonoses convoca faltosos a vacinarem seus animais contra a raiva

DA REDAÇÃO

1 de Outubro de 2013 às 16:32

Centro de Zoonoses convoca faltosos a vacinarem seus animais contra a raiva

FOTO: (Divulgação)

Proprietários de cães e gatos com idade acima de 90 dias que perderam o dia D de vacinação anti-rábica realizado no último sábado (28) em cerca de 100 postos distribuídos na capital, ainda podem realizar a imunização de seus animais de estimação no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). A orientação é do Coordenador da divisão de zoonoses, Rodrigo Antonio Golin. “Esta é a única maneira para o município ficar livre da raiva, não existe outro método mais eficaz. Foram longos anos e o  trabalho é árduo para eliminarmos a presença desta doença” enfatizou o médico veterinário ao recordar que o último registro ocorreu em 2006, quando foram contabilizados 47 casos, tornando Porto Velho a capital nacional da raiva.

    Para vacinar no CCZ é simples, basta comparecer na Avenida Mamoré, Bairro Cascalheira, de segunda a sexta, das 08:00 às 12:00 e das 14:00 as 18:00, estando em posse do animal, já que a dose não é disponibilizada a população devido a complexidade em assegurar a proteção e vida do mesmo. “Em casos extremos nós encaminhamos uma equipe a residência das pessoas que por algum motivo de incapacidade física (como doença) não possam se dirigir até o centro. Pedimos ainda que o responsável seja capaz de conter principalmente os cachorros, em porte de coleira e focinheira quando necessário, ou seja, evitar que menores sejam os acompanhantes  dos bichos” explicou Rodrigo.

    Buscando completar a meta de vacinação de cerca de 60 mil animais, o CCZ deve iniciar na próxima semana, a imunização na zona rural, distritos e baixo madeira. Esta é a segunda etapa da campanha, que neste caso, acontece de residência em residência, através de equipes compostas por 25 servidores no total. “Serão aproximadamente 15 dias  de trabalho em cada setor, de segunda a segunda. Existe um risco maior nessas regiões,  por isto a necessidade de uma atuação diferenciada.  A primeira  fase  já superou as expectativas  comparado ao ano de 2012 esperamos concluir este trabalho  com êxito”, comentou o coordenador.

A doença

Segundo dados do Ministério da Saúde, no período de 1990 a 2009, foram registrados no Brasil 574 casos de raiva humana, nos quais, até 2003, a principal espécie transmissora foi o cão. A partir de 2004, porém, o morcego passou a ser a principal  fonte de transmissão  de raiva no  Brasil. Todos os casos de raiva humana  são transmitidos através de mordidas ou arranhões de animais infectados. A doença tem um alto índice de taxa de mortalidade,  representando  quase  100%.

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