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Secretário da Semusa afirma que cidadão continua sendo o principal agente de combate

Secretário da Semusa afirma que cidadão continua sendo o principal agente de combate

DA REDAÇÃO

14 de Fevereiro de 2013 às 15:54

Secretário da Semusa afirma que cidadão continua sendo o principal agente de combate

FOTO: (Divulgação)

Apesar de todos os esforços do poder público para reduzir os casos de dengue, o cidadão continua a ser o principal agente de combate á doença infecciosa, que é causada por arbovírus. O alerta à população foi feito pelo secretario municipal da Saúde, Macário Barros, ao participar nesta quinta-feira (14) do programa 'A Hora do Povo', apresentado pelo jornalista e advogado Maurício Calixto, pela Rádio Rondônia.
De acordo com Barros, nesta época do ano, em que cresce o número de casos de contaminação devido às chuvas, a pessoa precisa priorizar a saúde. “Nunca é bastante repetir a mesma coisa. Não deixar descoberto locais, garrafas, entulhos e outros que possam acumular água. Segundo ele, hoje em dia há inclusive o perigo de que a malária venha junto com a dengue, devido ao grande número de criadouros de mosquitos que tem sido encontrados em bueiros.
O secretário da Saúde disse que um grave problema que precisará ser corrigido agora, é que ao longo da parceria com as usinas hidrelétricas do rio Madeira, por meio de suas compensações socioambientais, o município não se preparou para criar um quadro próprio de combate á dengue. “Com o fim das compensações, haverá um corte de pelo menos 50% desse pessoal. Precisamos correr contra o tempo”, diz, explicando que a estratégia que está sendo usada é a pesquisa sobre locais de criadouros, a remoção de materiais, entulhos e a aplicação do fumacê.
Segundo Macário de Barros, as ações estão sendo intensificadas nas zonas Leste e Sul, onde o número de criadouros de casos da doença já superaram em janeiro os do ano passado. Neste ano, há certa preocupação com o registro de um caso confirmado de dengue tipo 4. No entanto, de acordo com o diretor de epidemiologia da Semusa, na década de 50, Porto Velho já tinha registrado casos semelhantes.
Segundo o consultor de dengue da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ivo Castelo Branco, o avanço do vírus tipo 4 da dengue é uma ameaça à saúde pública, não pelo vírus em si, que não é mais nem menos perigoso que os tipos 1, 2 e 3, mas pela entrada em ação de mais uma variação do microorganismo.
Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. “Causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, a pessoa só pode ter dengue quatro vezes”, explica Castelo Branco.

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