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DER de Ouro Preto na era Cassol foi uma mãe para os fazendeiros da região

A 3ª Residência do Departamento de Estradas de Rodagem – DER/RO com sede em Ouro Preto do Oeste, que vai ser comandada pelo delegado aposentado da Polícia Civil José Luiz Moreira terá que passar por uma completa reformulação não de maquinário, mas de pess

DA REDAÇÃO

11 de Janeiro de 2011 às 08:21

DER de Ouro Preto na era Cassol foi uma mãe para os fazendeiros da região

FOTO: (Divulgação)

A 3ª Residência do Departamento de Estradas de Rodagem – DER/RO com sede em Ouro Preto do Oeste, que vai ser comandada pelo delegado aposentado da Polícia Civil José Luiz Moreira terá que passar por uma completa reformulação não de maquinário, mas de pessoas que tenha compromisso com o erário público. Durante o governo do então governador e agora senador diplomado Ivo Cassol (PP) a 3ª Residência do DER sempre teve suas ações questionadas quanto à legalidade dos serviços executados.

Nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro e 5 e 6 de março do ano de 2010 uma maquina tipo PC trabalhou em uma propriedade rural localizada na RO 470 (conhecida como linha 200) travessão da Linha 153, zona rural do município do Vale do Paraíso. A maquina que pertence ao DER fez uma represa em uma propriedade particular, o fato na época foi levado ao conhecimento da diretoria do órgão que nunca tomou qualquer tipo de atitude para punir os responsáveis pelo ato ilegal, mesmo com material fotográfico e um vídeo que mostrava a irregularidade.

O então encarregado das maquinas do DER na região identificado apenas pelo condinome Chico disse na época que o órgão fez uma permuta com o dono da fazenda. O DER disponibilizou 15 (quinze) horas de maquina PC para a construção de uma represa e em contra partida o fazendeiro doou duas vacas para alimentar os funcionários e cascalho que seria retirado no verão amazônico.  Chico foi mais além disse que aquele procedimento era normal em todo estado.

O preço por uma hora de serviço de maquina tipo PC pode chegar até R$ 400. Diante da sujeira que foi jogada para debaixo do tapete na então gestão Cassol só resta ao diretor geral do DER engenheiro elétrico Lúcio Antonio Mosquini ter pulso firme e evitar a sangria do erário público, do contrário tudo ficará como Dantes no Reino de Abrantes.

 

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