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Projeto Brasil 2014 - Roberto Kuppê apresenta proposta para gerar um milhão de empregos

O candidato a deputado federal Roberto Kuppê (1215), tem já esboçado dois projetos que prometem mexer com o Congresso Nacional na próxima legislatura: O Projeto Brasil 2014, voltado especificamente para o futebol, que visa, além da geração de um milhão de

DA REDAÇÃO

27 de Agosto de 2010 às 18:51

Projeto Brasil 2014 - Roberto Kuppê apresenta proposta para gerar um milhão de empregos

FOTO: (Divulgação)

O candidato a deputado federal Roberto Kuppê, tem já esboçado dois projetos que prometem mexer com o Congresso Nacional na próxima legislatura: O Projeto Brasil 2014, voltado especificamente para o futebol, que visa, além da geração de um milhão de novos empregos, a descoberta de talentos para os clubes brasileiros e estrangeiros. E o projeto que visa acabar com a obrigatoriedade do serviço militar, que atrapalha os estudos e impossibilita ao jovem buscar emprego. Muitos jovens não se alistam porque estão estudando ou trabalhando, ou inexistem unidades para o alistamento. Quando passam dos 18 anos só conseguem emprego se estiverem quites com o serviço militar, obrigando a quase todos à informalidade. Milhares de jovens estão fora do mercado formal de trabalho. Com o projeto de RK, essa obrigatoriedade acaba.

 

Já o Projeto Brasil 2014, tem como princípio a criação de escolinhas de futebol (centros de treinamento voltados para formação de base) por todos os mais de cinco mil municípios brasileiros. De acordo com o candidato, o Projeto Brasil 2014 visa possibilitar aos cinco mil municípios brasileiros manter e administrar escolinhas de futebol. Cada município teria de uma a cem escolinhas de futebol, dependendo de sua população. “Por exemplo, Porto Velho poderia manter 10 escolinhas e São Paulo, 100 unidades”, explica Kuppê. Ao todo, seriam criadas pelo menos 50 mil escolinhas de futebol em todo o País. Cada escolinha teria pelo menos 200 alunos inscritos, o que dariam cerca de 10 milhões de jovens matriculados! “Se cada escolinha empregar pelo menos 10 pessoas, já teríamos aí 500 mil novos empregos”, contabiliza.

Roberto Kuppê explicou como o seu projeto seria viabilizado financeiramente. Parte dos custos com as escolinhas será bancada pelo Governo Federal e a outra parte, por recursos oriundos de loterias municipais que seriam criadas. Cada município teria uma verba federal e a complementação viria da venda de bilhetes de loterias do município que seriam criadas em todo o País. “Serão criados aí mais 500 mil novos empregos”, disse Roberto Kuppê, apontando aí os um milhão de empregos da proposta. 

Dentre os objetivos do projeto do candidato destaca-se a descoberta de novos talentos para o futebol brasileiro e exterior, tirar meninos das ruas, reduzir a criminalidade entre jovens, reduzir o uso de drogas, combater a pedofilia e manter crianças e adolescentes nas escolas. “Com esse projeto viabilizado resolveríamos diversos problemas que afetam a nossa juventude”, destaca Roberto Kuppê que faz questão de dizer que foi menino de rua e até jogou futebol. “Com 14 anos de idade eu montei o Atlético Saudade que jogou o Campeonato Dente de Leite organizado pelo João Dalmo então na TV Rondônia”, lembrou.

“É inadmissível que num País como o Brasil não exista uma política para o futebol. Existem políticos usando o futebol, mas não existem políticos incentivando o futebol”, critica Roberto Kuppê. “Por incrível que pareça, existem nos Estados Unidos cerca de 25 milhões de jovens inscritos em escolinhas de futebol (lá eles chamam de liga). No Brasil não há dados sobre isso”, reitera a crítica contra a falta de uma política voltada para o futebol. “Nos Estados Unidos existem mais campos de futebol que no Brasil. E “tapete” como se diz. No Brasil, para arrumar um campo para treinar, é uma epopéia. No próprio Rio de Janeiro, berço do Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense, não existem campos de futebol para os iniciantes. Nem clubes grandes possuem campos próprios para treinar. Isso é um absurdo e explica o fraco desempenho do Brasil nas copas, com raras exceções”, diz Kuppê. Na Holanda (que desclassificou o Brasil), existe uma política nacional de apoio ao futebol. “Só Johan Cruyff, ex-jogador da seleção holandesa, mantém cem escolinhas de futebol”, destaca o candidato que manteve contato com um cineasta holandês.

 “Já estou fazendo a minha parte, independentemente de política. Mantenho quatro Centros de Treinamentos (CT) no Brasil, seja, um em Rondônia, um em Brasília, um no Rio e outro em São Paulo. Temos ao todo mais de 500 jogadores em treinamento. O Projeto 2014 é a minha maior ambição na política. Se em um ano não aprová-lo renuncio ao meu mandato. Não vou ficar enrolando o eleitor. Não vou passar quatros anos fazendo nada e depois voltar a pedir votos com a cara-de-pau de alguns que passam todo o mandado coçando o saco, gastando dinheiro do povo”, finalizou Roberto Kuppê com um desafio. Na segunda-feira, 23, Roberto Kuppê acompanhou o embarque da delegação do Botafogo sub-19, que participa da Copa Memphis, nos Estados Unidos. Um jogador de Porto Velho está na equipe. Erivelton Souza, 18 anos, morador do bairro Cidade Nova, zona sul da capital, de origem pobre, vai defender o clube carioca. É a primeira vez que Erivelton viaja fora de Rondônia. “Para ele é um sonho, uma fantasia e até um milagre”, disse RK. “Eu sou especialista em transformar vidas”, finalizou.

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