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Prefeitura alerta camelôs sobre o prazo para desocuparem calçadas no centro da Capital

Apesar de muitos boxes já estarem sendo usados por muitos empreendedores, alguns ainda insistem em não deixar os pontos das ruas Barão do Rio Branco com Euclides da Cunha. O prazo para que estes profissionais mudem para o shopping termina dia 13 de janeir

DA REDAÇÃO

9 de Janeiro de 2010 às 09:50

Prefeitura alerta camelôs sobre o prazo para desocuparem calçadas no centro da Capital

FOTO: (Divulgação)

Há oito meses foi inaugurado pela prefeitura o Shopping Popular Rio Madeira com capacidade de 291 boxes. A área foi distribuída entre os camelôs que já trabalhavam no antigo Camelódromo, onde foi construído o novo shopping e também entre os micro empreendedores populares da cidade que atuam  nas ruas Barão do Rio Branco, Euclides da Cunha, Avenida Sete de Setembro e na Praça Marechal Rondon, no centro da cidade.

Apesar de muitos boxes já estarem sendo usados por muitos empreendedores, alguns ainda insistem em não deixar os pontos das ruas Barão do Rio Branco com Euclides da Cunha. “O prazo para que estes profissionais mudem para o shopping termina dia 13 de janeiro. Todos foram devidamente informados pelo representante da classe e os fiscais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeducacional e Turismo, que já notificaram duas vezes a cada um dos camelôs sobre a data limite para permanência deles nas ruas. Temos certeza absoluta que todos vão cumprir o prazo e ajudar a deixar a cidade mais organizada”, destacou Ely Bezerra, secretário adjunto e em exercício da Semdestur.

Segundo dados da Semdestur cerca de 140 micro empreendedores que já estão com o espaço reservado no shopping, ainda estão trabalhando nas ruas.  Os boxes são concessões de uso dados pela prefeitura, mas a administração do local está sob a responsabilidade da  Associação Shopping Popular Rio Madeira, que recolhe uma taxa dos permissionários para manutenção.

Revitalização e Turismo

A construção do novo Shopping Popular Rio Madeira faz parte do programa de Revitalização do Centro Histórico de Porto Velho. A obra é fruto da parceria entre a contrapartida da prefeitura com o Ministério do Turismo e emenda constitucional do deputado federal Miguel de Souza, toda obra custou R$ 1,732 milhão.

Em torno do prédio foi construída uma praça e o local foi urbanizado. A idéia é transformar o local em mais um ponto turístico da Capital, pois o shopping oferece uma ampla variedade de serviços e produtos, como confecções, calçados, acessórios, brinquedos, eletrônicos, artesanato, chaveiro, cabeleireiro, ponto de recarga do cartão Leva Eu, além de lanchonetes e banheiros.

O projeto completo inclui um Restaurante Popular um terminal de integração de ônibus na rua Euclides da Cunha e numa visão mais ampla será vizinho do novo Terminal Municipal

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