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Poeta Thiago de Melo declama "Os estatutos do Homem" e se emociona no teatro Banzeiros

Poeta Thiago de Melo declama "Os estatutos do Homem" e se emociona no teatro Banzeiros

DA REDAÇÃO

12 de Dezembro de 2009 às 09:14

Poeta Thiago de Melo declama "Os estatutos do Homem" e se emociona no teatro Banzeiros

FOTO: (Divulgação)

O poeta Thiago de Mello, 83, se emocionou nesta sexta-feira, 11, em Porto Velho (RO), ao declamar “Os Estatutos do Homem”, poema que já foi traduzido para mais de 30 idiomas.
 
Natural de Barreirinhas (AM), Thiago de Mello aceitou declamar o poema dele mais famoso a pedido do Blog da Amazônia.
 
No Teatro Banzeiros, diante de uma platéia de 200 estudantes do ensino médio que participavam de um dos eventos do Festcine Amazônia, o poeta explicou:
 
Os Estatutos do Homem não me pertencem mais. Pertencem a tantas esperanças. Vou atender de maneira muito singular o pedido do Altino. Eu não gosto de dizer esse poema. Ele me comove. Não sei se terei mais dias para cumprir essa esperança de ser o homem que eu canto. Altino, eu espero, quando te façam um pedido com a naturalidade que tu fizestes, que tu atendas. Tá bem? Eu não direi todo o poema. Eu direi algumas estrofes.
 
Thiago de Mello e o professor José Ribamar Bessa Freire, que fugiram juntos do Brasil durante a ditadura militar e viveram, entre outros países, no Chile e Peru, participaram de um debate sobre “Solidariedade entre os povos da América”.
 
O poeta criticou o capitalismo como fonte de todos os danos socioambientais e citou como exemplo de falta de solidariedade quem não contribui para melhorar a vida na Amazônia. Thiago de Mello apelou aos estudantes para que plantem árvores.

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