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JORNALISMO - Associação Mundial de Jornais defende conteúde de impressos e que sejam cobrados na web

A Associação Mundial de Jornais (WAN, sigla em inglês), defende que o conteúdo noticioso de jornais impressos seja cobrado na web. A entidade se baseia em um estudo divulgado nesta terça-feira (01/12), na abertura do 62º congresso da Associação Mundial de

DA REDAÇÃO

3 de Dezembro de 2009 às 08:09

JORNALISMO - Associação Mundial de Jornais defende conteúde de impressos e que sejam cobrados na web

FOTO: (Divulgação)

A Associação Mundial de Jornais (WAN, sigla em inglês), defende que o conteúdo noticioso de jornais impressos seja cobrado na web. A entidade se baseia em um estudo divulgado nesta terça-feira (01/12), na abertura do 62º congresso da Associação Mundial de Jornais (WAN, na sigla em inglês).
A pesquisa "Tendências", conduzida pela consultoria PricewaterhouseCoopers, aponta que as empresas jornalísticas não têm tido um bom faturamento na web. O estudo diz que em 2008 o bolo publicitário global dos jornais foi de US$ 182 bilhões, sendo que apenas US$ 6 bilhões vieram da internet. O estudo prevê que as vendas de espaço na web não passarão de US$ 8,4 bilhões em 2013. "Se os jornais quiserem manter sua liderança em conteúdos de qualidade, alguém vai ter de pagar por isso. Vamos ter de resolver a questão do pagamento digital, e rápido", afirmou Timothy Balding, co-CEO da WAN.
Apesar desses números, o estudo também mostrou uma melhora na circulação dos jornais. Em 2008 a circulação cresceu 1,3% em relação a 2007, e 8,8% nos últimos cinco anos. A alta foi puxada pelos mercados emergentes. O Congresso também apresentou alguns outros números, como a penetração dos jornais no mundo e de circulação. Atualmente 1,9 bilhão de pessoas, ou 34% da população mundial, leem um jornal todo dia, acima dos números de acesso a internet, que é de 24% da população mundial.

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