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PROJETO QUELÔNIOS - Seagri e Ibama assinam Termo de Cooperação Técnica

PROJETO QUELÔNIOS - Seagri e Ibama assinam Termo de Cooperação Técnica

DA REDAÇÃO

29 de Setembro de 2009 às 10:59

PROJETO QUELÔNIOS - Seagri e Ibama assinam Termo de Cooperação Técnica

FOTO: (Divulgação)

Na última segunda-feira (28), a Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri) Firmou um Termo de Cooperação Técnica com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis de Rondônia (Ibama).
 
O acordo celebrado com a Associação Comunitária de Guias de Turismo Ecológico, Conservadores e Motoristas Fluviais do Rio Guaporé e Seus Afluentes (Ecomeg) visto de conservação e o manejo de Quelônios.
 
O documento, assinado por César Luiz da Silva Guimarães, superintende do Ibama em Rondônia, e Carlos Magno Ramos, secretário estadual de Agricultura, prevê uma execução do Projeto Quelônios da Amazônia nas comunidades ribeirinhas de Costa Marques, São Francisco, Alta Floresta do Oeste e Pimenteiras do Oeste. A proposta é realizar ações de proteção, manejo e educação ambiental pertinentes aos Quelônios nessas Regiões do Vale do Guaporé.
 
Ao Ibama cabe assessorar e Coordenar as atividades de proteção e manejo de Quelônios e educação ambiental junto às comunidades ribeirinhas dos municípios supracitados. Assim também como fornecer o apoio logístico Necessário à plena execução das atividades referentes ao projeto. Já a Seagri fica responsável por fornecer apoio técnico, infraestrutura Necessária uma plena execução das atividades e pesquisas. Agora, uma incumbência de Executar como atividades seguirá fica por conta da Ecomeg que as recomendações da Seagri e do Ibama.
 
Conforme o superintende do Ibama em Rondônia essa ação conjunta demonstra a vontade de todos os órgãos em fazer uma diferença. "E o caminho é esse: trabalhar juntos. A Seagri como órgão de fomento eo Ibama como órgão de Regulamentação Ambiental ", disse Guimarães.
 

Por sua vez, o secretário estadual de Agricultura enfatizou que "os crimes ambientais cometidos muitos já foram e hoje é preciso regularizar o passivo ambiental e trabalhar de mãos dadas em projetos como esse. Ganha o meio ambiente eo Estado que além de atender às Necessidades de sobrevivência do produtor também minimiza os problemas ecológicos e diminui As pressões ambientais ", finalizou Magno.

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