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DENÚNCIA – Moradores do bairro Nacional e São Sebastião II são assaltados diariamente na “PONTE DAS 19” – Confira fotos e vídeo

DENÚNCIA – Moradores do bairro Nacional e São Sebastião II são assaltados diariamente na “PONTE DAS 19”

DA REDAÇÃO

24 de Setembro de 2009 às 15:38

DENÚNCIA – Moradores do bairro Nacional e São Sebastião II são assaltados diariamente na “PONTE DAS 19” – Confira fotos e vídeo

FOTO: (Divulgação)

Moradores do bairro Nacional e São Sebastião II, zona Norte de Porto Velho, estão amedrontados em trafegar pela “obra abandonada”, assim denominada pelos moradores da região se referindo à obra inacabada de continuação da avenida Farqhuar, zona Norte, de responsabilidade da Prefeitura de Porto Velho - com verba federal, viabilizada pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) -, que virou ponto de assalto. Crianças, jovens, adultos e até idosos que passam pela ponte, construída pela prefeitura, são roubados diariamente a partir das 19h00, daí então, os moradores batizaram como a “Ponte das 19”.
 
Segundo eles, ninguém da gestão municipal prestou esclarecimento sobre a retomada da obra naquela localidade.
 
“A única coisa que eles fizeram por aqui foi abrir a estrada, justamente no trecho do Canal dos Tanques, que deságua no rio Madeira e logo em seguida construíram uma ponte com ripas e madeiras, frágil demais”, disse o morador que quis ser identificado apenas como Afonso.
 
Com base nas informações de Afonso, os assaltantes ficam atrás das duas “pirâmides” de barro, que a Prefeitura de Porto Velho também arquitetou, só na tocaia esperando o alvo preferido deles que são, preferencialmente, as motocicletas.
 
A reportagem do Rondoniaovivo.com foi até o local e flagrou dois homens supostamente armados em uma motocicleta da marca Honda, de cor Preta, rondando pelas imediações do canteiro de obras no final da manhã de terça-feira (22).
 

Ciclistas, pedestres e motociclistas passam constantemente pela precária ponte de madeira, que segundo eles a Prefeitura de Porto Velho construiu como forma paliativa. Outro agravante no setor diz respeito ao meio ambiente, com o abandono da obra de extensão, o acúmulo de aterro tem proporcionado uma série de delitos, como o excesso de lixo flutuando pelas águas do Canal dos Tanques e crianças que utilizam o local para tomar banho, mergulhando no igarapé visivelmente contaminado – dezenas de peixes mortos foram encontrados nas margens do Canal.

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