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Federação de Pescadores de Rondônia participa de audiências em Brasília

Federação de Pescadores de Rondônia participa de audiências em Brasília

DA REDAÇÃO

20 de Março de 2009 às 11:36

Federação de Pescadores de Rondônia participa de audiências em Brasília

FOTO: (Divulgação)

O presidente da Federação de Pescadores do Estado de Rondônia, Hélio Braga, retornou na noite de ontem para o Estado, depois de cumprir em Brasília uma extensa agenda junto à Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca da Presidência da República – Seap/PR. O principal assunto discutido com o ministro Altemir Gregolin foi sobre a falta de pagamento, até o momento, do Seguro Desemprego dos defesos de 2007/2008 e 2008/2009.

Conforme os argumentos mostrados por Hélio Braga junto ao ministério, por questões de divergência de datas nas carteiras de pesca por parte do Ibama, o benefício estabelecido nas épocas de defeso, não puderam ser pagos para os pescadores. Hélio Braga disse ainda que o ministro se mostrou sensibilizado com a situação e que dentro das possibilidades técnicas do ministério o problema será resolvido o mais breve possível.

O presidente da Fepearo disse ainda que o trâmite dos processos para aquisição de caminhões baú frigoríficos e a construção de fábrica de gelo para os municípios de Costa Marques e Machadinho do Oeste já está em fase final.

Ministério da Pesca

Hélio Braga ainda participou de uma reunião com todos os presidentes de federações de pescadores estaduais e o presidente da Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores do Brasil, Ivo da Silva, para estabelecerem junto aos parlamentares federais, metas e prioridades sobre a criação do Ministério da Pesca. O consenso geral ficou sendo de que o ministério, caso seja criado, cumpra o seu papel sem qualquer tipo de atrelamento ou submissão às decisões de qualquer outro órgão do governo. “O Ministério da Pesca, anseio de todos os pescadores do País, terá que ser um órgão independente em busca de benefícios conjuntos para a categoria e para o Brasil, sem sofrer ingerências da parte de outros órgãos, o que seria prejudicial” afirmou Braga.

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