close
logorovivo2

Notícias da Região Norte - Acre, Amazonas e Roraima

Notícias da Região Norte - Acre, Amazonas e Roraima

DA REDAÇÃO

6 de Novembro de 2008 às 07:58

Notícias da Região Norte - Acre, Amazonas e Roraima

FOTO: (Divulgação)

 ACRE

Traficante mata viciado e desova corpo

Na madrugada de ontem, peritos resgataram das águas do Açude do Mineiro, localizado na invasão do Caladinho, no conjunto Jorge Lavocat, o corpo do rondoniense Alex Castelo de Paiva, o PV (38), mais uma vítima do tráfico de droga.

Natural de Porto Velho e foragido da Justiça de Rondônia, PV foi executado com três tiros de um 38, disparados pelo traficante Caveirinha, líder do tráfico da região. O motivo do assassinato foi um tablete de maconha.

Segundo depoimento do dependente químico Alex Castelo de Paiva (28), que chegou a ser preso como suspeito, o crime ocorreu por volta das 2h45 de ontem, depois de uma discussão. Ele e a vítima foram até o ponto de venda de droga de Caveirinha e tentaram comprar maconha e pasta de cocaína por preço inferior.
Como não conseguiram, compraram um papelote de pasta e um tablete de maconha por R$ 10 e se deslocaram para o fundo de uma escola, divisa entre conjunto Jorge Lavocat e invasão do Caladinho.

No caminho, encontraram-se com Caveirinha, que, sem querer, bateu na mão de Francisco Altino, o PV, derrubando o tablete de maconha. Como se recusou a dar outro tablete, os dois iniciaram uma discussão e troca de tapas.

Alex Castelo disse que ouviu quando Caveirinha fez três disparos e não sabia quem havia atingido o amigo. Certo de que PV havia saído ileso, deslocou-se até a casa de PV e estranhou o fato de ele não ter chegado. Com a ajuda de familiares, saiu à sua procura e encontraram-no morto no açude. Caveirinha, autor do delito, conseguiu fugir antes da polícia chegar.

Policiais militares da 5ª Regional chegaram a levar Alex Castelo para a Delegacia Central de Flagrantes. Lá, foi constatado que na realidade era a principal testemunha. O crime está sendo apurado pelo delegado Ariosto Filho.

AMAZONAS

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) irá pedir, hoje (06), oficialmente, o reajuste da tarifa de ônibus para R$ 2,50 ao Instituto Municipal de Transportes Urbanos (IMTU), Para o Sinetram, a nova passagem deve ficar no mínimo em R$ 2,15 e no máximo em R$ 2,50. Atualmente a tarifa é de R$ 2.

De acordo com o presidente do Sinetram, Acyr Gurgacz, surgiram novos fatores que justificam o aumento. "Aumentou o custo do diesel, o salário mínimo e o número de pessoas  que têm gratuidade no transporte público e que têm direito à meia-passagem", declarou. 

- Precisamos do reajuste o quanto antes para que a população não seja punida", explicou Acyr. De acordo com ele, a manutenção e a estrutura das empresas que prestam serviço de transporte público dependem do valor arrecadado com as tarifas cobradas.

Prazo

O presidente do Sinetram disse ainda esperar que nos próximos dias consiga a definição do reajuste. Caso contrário, terá de fazer um empréstimo bancário para pagar o décimo-terceiro salário dos funcionários. "Não quero pensar na hipótese de dar tudo errado.Temos 8 mil funcionários  e aproximadamente R$ 9 milhões de décimo-terceiro para pagarmos".

Prefeito não quer aumento

O prefeito Serafim Corrêa informou que a passagem não será reajustada neste ano e que a prefeitura não pode fazer nada para auxiliar o Sinetram. "Na minha avaliação, o Sinetram consegue manter a passagem em R$ 2 por mais dois anos", disse o diretor-presidente do IMTU, Waldir Frazão. 

Meia-passagem

Acyr afirmou que 42% dos usuários de transporte público são identificados como estudantes que têm direito à meia-passagem. "Isso quer dizer  que os estudantes estão utilizando a meia-passagem para ir ao shopping e em outros afazeres, além de ir para a escola".

Ele disse ainda que há estudantes de classe média que utilizam o benefício e estão diretamente prejudicando os trabalhadores que diariamente pagam R$ 2. "Se a porcentagem que utiliza o benefício de maneira irregular desaparecer, poderíamos quem sabe reduzir o preço da passagem", exemplificou Acyr.

Waldir  Frazão disse que o IMTU não pode  resolver um problema que tem que ser solucionado na Câmara Municipal. "É a Lei Orgânica do Município (Loman) de Manaus que define que qualquer estudante tem direito à meia-passagem e isso não é correto". Para ele, deveriam ser beneficiados estudantes do Ensino Médio, Fundamental e Superior. "Ficariam de fora alguns estudantes que hoje são beneficiados".

Fonte: Portal amazônia

RORAIMA

Julgamento sobre Raposa Serra do Sol deve retornar à pauta em dezembro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, recebeu na tarde desta quarta-feira, 05, o governador de Roraima, José de Anchieta Júnior. O tema do encontro foi a retomada do julgamento sobre a demarcação da área indígena Raposa Serra do Sol, que deve voltar à pauta do Plenário em dezembro próximo.

 

Preocupado com um possível acirramento na situação entre indígenas e rizicultores na região, Anchieta veio ao Supremo exatamente para pedir urgência no retorno do tema à pauta, para que a Corte Suprema decida como deve ser a demarcação. “Hoje a situação está tranqüila no nosso estado, mas caso esse julgamento fosse postergado para o próximo ano, poderia criar uma certa animosidade entre as partes”, revelou o governador ao final do encontro com o presidente. 

Anchieta se disse otimista em relação à decisão que deve ser tomada, mas deixou claro que vem trabalhando para que, qualquer que seja o posicionamento determinado pelo STF, a decisão venha a ser respeitada por todos – governo, indígenas e fazendeiros. 

 

Demarcação contínua

Julgamento sobre Raposa Serra do Sol deve retornar à pauta em dezembro

 

No início do julgamento, em agosto, apenas o relator da Petição (PET 3388), ministro Carlos Ayres Britto, se pronunciou sobre a matéria, votando pela manutenção integral da portaria do Ministério da Justiça, que definiu a demarcação da área indígena de forma contínua. Logo em seguida, o ministro Carlos Alberto Menezes Direito pediu vista do processo, suspendendo o julgamento.

Fonte: STF




MAIS NOTÍCIAS

PRIMEIRA PÁGINA
RONDONIAOVIVO TV
DESTAQUES EMPRESARIAIS
PUBLICAÇÕES LEGAIS
COLUNAS