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OPERAÇÃO DOMINÓ - Juiz da 2ª Vara Criminal marca interrogatório de testemunhas e réus

OPERAÇÃO DOMINÓ - Juiz da 2ª Vara Criminal marca interrogatório de testemunhas e réus

DA REDAÇÃO

5 de Junho de 2008 às 11:35

OPERAÇÃO DOMINÓ - Juiz da 2ª Vara Criminal marca interrogatório de testemunhas e réus

FOTO: (Divulgação)

O juiz Valdecir Castelar Citon, da 2ª Vara Criminal de Porto Velho, responsável pela condução do processo que apura desvio de recursos da Assembléia Legislativa de Rondônia por meio da empresa Rondoforms, designou para o dia 20 de agosto deste ano audiência a fim de ouvir as testemunhas de acusação. As testemunhas de defesa serão ouvidas nos dias 24 e 31 de agosto, às 8 horas. Nesse processo são arroladas como réus as seguintes pessoas: José Carlos de Oliveira, Moisés José Ribeiro de Oliveira, Haroldo Augusto Filho, Marlon Sérgio Lustosa Jungles, Luciane Maciel da Silva Oliveira, José Ronaldo Palitot, Antônio Tadeu Moro, Antônio Spegiorin Tavares, Wanderley Mariano, Renato Ernesto Bolf, Deusdete Vieira de Souza, Celino Pinto Figueiredo e João Alves Pereira Neto. Alguns desses réus foram presos pela Polícia Federal durante a Operação Dominó, acusados de desvio de recursos da Assembléia. Castelar Citon, obedecendo ao princípio da ampla defesa e da verdade real, recebeu a defesa prévia dos réus Antônio Spegiorin Tavares e Wanderley Mariano, apesar de terem sido interpostas fora do prazo. O acusado Moisés José Ribeiro de Oliveira, irmão do ex-presidente da Assembléia Legislativa, não foi localizado para interrogatório, por isso foi citado por edital publicado nesta terça-feira no Diário da Justiça. Ele deverá comparecer para interrogatório no dia 29 deste mês. Na audiência designada, à qual deve comparecer acompanhado de advogado, poderá oferecer defesa escrita ou oral e produzir provas. Não comparecendo à audiência , ou comparecendo e não produzir defesa, serão presumidos como verdadeiros os fatos denunciados pelo Ministério Público. Haroldo Augusto Filho, o Haroldinho, que tenta obter os benefícios da delação premiada, será ouvido em data ainda a ser designada pelo juízo, que aguarda o retorno de uma carta precatória.

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