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Radialista sofre perseguição do prefeito de Jaru

Radialista sofre perseguição do prefeito de Jaru

DA REDAÇÃO

26 de Fevereiro de 2008 às 14:17

Radialista sofre perseguição do prefeito de Jaru

FOTO: (Divulgação)

O radialista Robert Murakami, que também é servidor público municipal em Jaru na área da Educação, vem sofrendo represália por parte do Executivo Municipal depois que apresentou denúncia na Câmara Municipal de Jaru de que a Folha de Pagamento do Município estava excedendo o limite permitido por lei. Murakami, que gerenciava o Ensino Infantil no Município, perdeu o cargo e ainda tentaram colocá-lo para lecionar na zona rural, o que não foi possível porque o seu contrato é para a zona urbana. Após um desentendimento com o secretário Municipal de Esportes Elias Bezerra Delgado e com a primeira-dama do Município Tânia bezerra durante a coletiva para assinatura do termo de cooperação técnica por parte do Governo do Estado, ocorrido no último sábado, Robert, que possui um programa matinal na rádio comunitária Interativa FM, foi lotado na escola Pato Donald no período da manhã, apenas para que não exercesse a função de radialista, como forma de represália. A Associação Jaruense de Imprensa (AJI), com o aval do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Rondônia (Sinjor), deverá emitir ainda hoje uma Nota de Repúdio contra o ato do prefeito Ulisses Borges de Oliveira (PR) pela perseguição praticada contra o radialista. O presidente da AJI, jornalista Flávio Afonso de Carvalho, participou na manhã de hoje do programa que era dirigido por Murakami e que já nem pôde atuar, pois estava em sala de aula, e falou da sua indignação pela atitude do prefeito. Ele repudiou ainda as palavras de Ulisses, que durante entrevista após a assinatura do termo de cooperação, transferiu a culpa pela difícil situação em que o Município se encontra para a Imprensa. “Se tem outro culpado pelo caos em que Jaru se encontra, além da incompetência do prefeito, é a Justiça, que foi quem colocou ele no cargo, após um processo suspeito, onde testemunhas declararam que mentiram em juízo, e ainda concedeu liminar para que ele retornasse ao cargo, após ser afastado por improbidade administrativa”, declarou Afonso na entrevista.

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