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Deputado Alexandre Brito afirma que motorista levou Pajero para Bolívia sem o seu conhecimento

Deputado Alexandre Brito afirma que motorista levou Pajero para Bolívia sem o seu conhecimento

DA REDAÇÃO

1 de Novembro de 2007 às 08:55

Deputado Alexandre Brito afirma que motorista levou Pajero para Bolívia sem o seu conhecimento

FOTO: (Divulgação)

O médico e deputado estadual, em entrevista concedida na semana passada à reportagem do rondoniaovivo.com, esclareceu alguns pontos sobre o polêmico caso do roubo da caminhonete Pajero de placa LNZ 4847, de propriedade do mesmo, que aconteceu no dia 25 de novembro de 2005. O caso está sendo apurado pela Delegacia Especializa em Furto e Roubos e Veículos (DEFRV), que solicitou esclarecimentos por parte de Alexandre Brito no inquérito policial n° 024/07, através do ofício 347/07, emitido no último dia 02 de maio, uma vez que a Bradesco Seguros suspeita que o veículo foi utilizado no chamado “golpe do seguro”. De acordo com o deputado, a caminhonete foi entregue ao seu funcionário de confiança chamado Alexander na quinta-feira (17 de novembro de 2005). O mesmo teria que levar o carro à oficina para resolver problemas de superaquecimento no cabeçote do motor. “Para mim, a caminhonete estava no conserto. Porém sem o meu conhecimento o Alexander foi à oficina e pegou a caminhonete no sábado logo cedo. E resolveu viajar com a namorada e mais um casal de amigos para Cobija na Bolívia”, explicou Brito que não se recorda o nome da oficina que executou o serviço. De acordo com documentos do inquérito policial, a caminhonete passou em Epitaciolândia (AC), cidade que faz fronteira com a Bolívia, no dia 19 de novembro de 2005, às 12h25 e não consta registro do seu retorno. “O Alex me garantiu que voltou pelo mesmo lugar e isso ficou esclarecido depois pelo detetive contratado pela seguradora, para investigar o caso. O detetive foi até a fronteira e confirmou que não havia câmeras que registravam a volta dos carros”, afirmou o deputado. Quanto à solicitação de esclarecimentos pedida no início do mês de maio pelo delegado da DERFV que apura o caso, o deputado afirma que no ofício a Polícia não determinou data para que ele comparecesse para depor e como o mesmo está com a agenda lotada, tendo que atender seus pacientes na Ameron, participar das sessões da Assembléia Legislativa e visitar as bases eleitorais, ainda não encontrou horário na sua agenda para atender a solicitação da Polícia.
PROVAS
Para comprovar suas afirmações, Alexandre Brito disse que possui cópia da nota fiscal de serviços da oficina que executou o concerto do veículo e uma declaração de próprio punho, assinada pelo seu funcionário Alexander, em que o mesmo afirma ter pegado a caminhonete sem o seu conhecimento, tendo ainda viajado para Cobija (BO). No documento também ficaria esclarecido que a camionete teria ido e voltado para a cidade fronteiriça pelo mesmo caminho. O deputado afirmou que a documentação referente ao caso está com seu advogado, Nelson Pereira de Souza, contratado na época (2005) para agilizar o processo de recebimento da indenização do seguro. Porém o advogado garantiu que qualquer documento relacionado ao caso estaria com Brito ou no processo, que já fora arquivado. Mesmo assim, a reportagem insistiu, através de vários contatos telefônicos com a secretária direta do deputado, senhorita Patrícia, e esta ficou de entregar a cópia dos documentos até o próximo dia 05/11, pois o deputado está viajando e o seu assessor que tem os documentos em mãos, também está em viagem pelo interior. VEJA TAMBÉM: Roubo de veículo do deputado Alexandre Brito pode estar relacionado com o “golpe do seguro”

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