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Setor madeireiro busca alternativas para enfrentar crise no interior do Estado

Setor madeireiro busca alternativas para enfrentar crise no interior do Estado

DA REDAÇÃO

29 de Julho de 2007 às 12:12

Setor madeireiro busca alternativas para enfrentar crise no interior do Estado

FOTO: (Divulgação)

*Buscar alternativas para alavancar o setor madeireiro do estado, que enfrenta uma grave crise, com o fechamento de empresas, demissões de funcionários e diminuição na arrecadação tributária em Rondônia: esse foi o tema central da oficina de trabalho Exploração Legal de Madeira, realizada neste sexta-feira, na escola municipal Clélia David Mundim, em Espigão do Oeste, que contou com a presença do governador Ivo Cassol, os deputados federais Marinha Raupp e Natan Donadon, secretário chefe da Casa Civil e presidente da Associação Rondoniense de Municípios (Arom), Carlos Magno Ramos, prefeitos de vários municípios, vereadores, secretários e representantes do setor madeireiro. *?Temos que estar unidos, buscando uma solução definitiva para o problema. A economia de Rondônia está prejudicada, trabalhadores são demitidos e empreendimentos estão sendo fechados pela inviabilidade de se explorar de modo organizado, legal e sustentável a madeira no estado. E isso não podemos aceitar. O governo do estado é parceiro nessa luta e vamos buscar juntar forças, somar em torno de uma definição para os entraves legais e burocráticos que estão prejudicando as atividades do setor?, destacou Ivo Cassol. *?É preciso que o Ibama estabeleça regras claras, defina um padrão específico para a nossa realidade para o plano de manejo florestal sustentável. Do jeito que está, não podemos continuar trabalhando. É urgente que haja uma adequação das leis à nossa realidade?, desabafou Luis Carlos Valadares, vice-presidente do Sindicato dos Madeireiros de Espigão do Oeste, um dos coordenadores do evento. *Para Eloir Corradi Regly, também um dos coordenadores da oficina, ?nossa proposta é que o Ibama seja um parceiro nosso, nos oriente, nos auxilie para que a gente possa trabalhar na legalidade. Madeireiro não é criminoso. Somos conscientes de que não podemos trabalhar sem respeitar o meio ambiente, pois é da natureza que retiramos o nosso sustento?.

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