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DIREITO DE RESPOSTA - Operação da PM não foi financiada, diz fazendeiro - Foto

DIREITO DE RESPOSTA - Operação da PM não foi financiada, diz fazendeiro - Foto

DA REDAÇÃO

28 de Julho de 2007 às 09:15

DIREITO DE RESPOSTA - Operação da PM não foi financiada, diz fazendeiro - Foto

FOTO: (Divulgação)

*O fazendeiro Gilberto Penso procurou a redação do rondoniaovivo para exercer o direito de resposta à matéria veiculada no último dia 20, na qual ele era acusado de financiar uma ação da Polícia Militar para retirar invasores de suas terras. *Denúncias sobre operação da PM em Machadinho são inverídicas *Uma onda de invasões de terras vem surpreendendo no Estado de Rondônia. Brotando como cogumelos, os invasores entram, fazem picadas, instalam seus acampamentos, causando clima tenso entre fazendeiros e invasores. O empresário Gilberto Penso está enfrentando uma situação difícil, desde o inicio da invasão de ?sem terras? nas Fazendas Araçá e Igarapé Preto, situada no município de Machadinho D? Oeste, terras de sua propriedade. *Segundo Gilberto, tanto a área da fazenda como entorno onde estão acontecendo as invasões, se localiza na sub-zona 2.1 que de acordo com a Segunda Aproximação do Zoneamento Sócio-Econômico Ecológico do Estado de Rondônia, é uma Área de Uso Especial, ou seja, áreas de conservação dos recursos naturais, passíveis de uso sob manejo florestal, *...onde as atividades de conservação das terras florestais são pouco expressivas. O capital natural, sobretudo o florestal, se apresenta ainda em condições satisfatórias de exploração, madeireira e não madeireira. O custo de oportunidade de preservação se mantém entre baixo e médio, com boas possibilidades de conservar o estado natural. O valor das terras florestais pode ser incrementado mediante agregação de valor às existências florestais, através da exploração seletiva de seus produtos. Algumas áreas apresentam alto potencial para o ecoturismo e para atividades de pesca em suas diversas modalidades. O ordenamento desta sub-zona deve priorizar o aproveitamento dos recursos naturais, evitando a conversão da cobertura vegetal natural. (Governo do Estado de Rondônia, 2002). *Ao tomar conhecimento da invasão em suas terras, com máquina de esteira trabalhando no interior da fazenda, abrindo estradas e fazendo picadas, o empresário ficou muito chateado, revoltado com os boatos e fatos procurou a Delegacia de Policia de Machadinho D? Oeste onde registrou Ocorrência Policial, após isso, encaminhou documentos ao Ministério Público de Machadinho D? Oeste, Ibama, Sedam e Batalhão de Policia Ambiental, solicitando que alguma providência fosse tomada. Seu pedido foi atendido, onde foi enviada uma equipe composta por 10 (dez pessoas), sendo: 8 (oito) policiais e 2 (dois) agentes da SEDAM pessoal este que atendeu também o município de Cujubim e em seguida Machadinho. *Com o resultado dessa operação Gilberto resolveu encaminhar denúncia aos órgãos ambientais, ao Ministério Público, a Procuradoria Federal da República em Rondônia, a Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Policia Federal e, por fim, informou verbalmente ao Superintendente do INCRA em Rondônia, Dr. Olavo Nienow o que realmente aconteceu, tudo que foi apresentado às autoridades competentes, ou seja: provas materiais, mapas, fotografias de esplanadas de toras e crimes ambientais praticados, com coordenadas geográficas e demais documentos anexados. ?Conforme os mapas que foram apreendidos nessa operação, que por sua vez estão em poder do Ministério Público, os lotes de terras que os invasores, estavam marcando eram todos do tamanho que nada condiz com os módulos estabelecidos pelo INCRA?. *Segundo Gilberto, pessoas que ele preferiu não citar os nomes utilizaram-se do nome de duas associações, passando informações inverídicas para diversos meios de comunicação neste Estado, faltando com a verdade, além de o taxarem de mentiroso e o acusarem de financiar policiais militares para atuarem na proteção da área. ?Eu procurei as autoridades competentes, pois quero que a situação seja resolvida da melhor maneira possível, seguindo a lei. Se eu tivesse feito coisas erradas, porque eu teria procurado todas as autoridades competentes, estou apenas defendendo minha propriedade, afirma Gilberto?. *?Concordo com a reivindicação de quem realmente não têm onde morar ou produzir, mas não com a invasão, ou, ocupação terrorista que aconteceu na área e região de abrangência?. Os direitos de propriedade precisam ser respeitados, pelo menos é o que diz a constituição, disse ele, que apóia o investimento de seu filho no Projeto Refúgio Ecológico Rio Machado. ?Este projeto, de certa forma está sendo prejudicado, pois as atividades oferecidas pelo Refúgio estão temporariamente paralisadas, o que impossibilita o atendimento aos turistas que visitam a região?. *Diante destes fatos, o empresário vem sofrendo ameaças, e o clima de tensão e terror aumenta, dia-a-dia, impossibilitando que o fazendeiro desenvolva suas atividades habituais, não podendo entrar em sua própria residência, não descartando a possibilidade de uma tentativa de homicídio. *É preciso que as autoridades competentes realizem um levantamento de tudo que foi apresentado e veiculado nos meios de comunicação, observa o empresário revoltado com tanta mentira que foi veiculada dias atrás em alguns dos meios de comunicação deste Estado. *A foto acima mostra, segundo Gilberto Penso, a devastação provocada pelos invasores, o trator usado para arrancar as árvores e as armas apreendidas pela Polícia Militar. *---- * Veja a matéria em que Gilberto Penso é acusado clicando AQUI

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