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ESPAÇO ABERTO: Lideranças políticas prometem disputa acirrada à prefeitura

Confira a coluna de Cícero Moura

RONDONIAOVIVO - CÍCERO MOURA

16 de Agosto de 2019 às 08:34

ESPAÇO ABERTO: Lideranças políticas prometem disputa acirrada à prefeitura

FOTO: (Divulgação)

SEM REJEIÇÃO


Dois nomes importantes da política de Rondônia já estão “costurando” possíveis acordos e composições para a eleição do ano que vem. Me pediram sigilo, por enquanto, mas admitem que inevitavelmente serão opções de seus respectivos partidos. Ambos concordam que Porto Velho não pode ficar com a imagem negativa que o Brasil está tendo de nossa capital por conta de problemas como saneamento básico, transporte escolar e público. Embora sejam  candidatos com índices de rejeição muito baixos sabem que precisam se preparar bem para apresentar propostas sólidas e concretas para convencer o eleitorado de que Porto Velho pode mudar para melhor.   

 

SEM CONCORRÊNCIA


Pesquisas internas dos partidos que pertencem os prováveis candidatos já identificaram que é muito improvável que surja um nome excepcional para entrar no pleito e melar a disputa entre ambos. Tanto prefeitura como governo não teriam “bala na agulha” para indicar um nome de peso que pudesse ter condições de chegar. Não há um político sequer que aposte na possibilidade de outra eleição como a do ano passado que elegeu Marcos Rocha como governador. 

 

APRESENTAÇÃO

 

 

Na quinta-feira (15) amigos da 17º BIS ( Brigada de Infantaria de Selva) participaram de um almoço na ALOF ( Área de Lazer dos Oficiais ) onde foi apresentado o novo comandante da 17º BIS, general de brigada Luciano Batista de Lima. Lima assume o comando oficialmente no próximo dia 27 no lugar do general de brigada José Eduardo Leal que foi transferido para o Ministério da Defesa, em Brasília. Uma curiosidade é que o general Lima chefiou a Comissão do Exército Brasileiro em Washington, EUA, tendo recebido a função do General Leal, em abril de 2016. Na foto, este colunista ao lado dos dois generais.

 

MAQUINÁRIO


Nesta sexta-feira (16), às 8h30, na Fazenda Futuro, Estrada da Penal, Km 4,5, Zona Rural, o governo de Rondônia realiza a entrega de materiais agrícolas e a apresentação de projetos da Fazenda Futuro. A fazenda foi criada pelo governo de Rondônia, com o objetivo de ressocializar, capacitar e profissionalizar os reeducandos, contribuindo com a geração de renda.

 

MINISTRA

 

 

Nesta segunda-feira (19), às 11h30, no auditório Jerônimo Garcia de Santana, edifício Pacaás Novos, 9º andar, a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) concede entrevista coletiva sobre a assinatura do contrato de concessão florestal da unidade de Manejo Florestal IV, na Floresta Nacional Jamari. O contrato prevê o manejo sustentável de madeira.

 

NÃO PAGOU


Uma rádio da capital adquirida por um grande grupo de comunicação deve ser devolvida aos antigos proprietários por falta de pagamento. Uma fonte da coluna informou que pelo menos 03 parcelas do negócio estão atrasadas e que quem vendeu não se interessa mais em receber, prefere ter a emissora de volta. Os antigos donos já teriam feito uma solicitação amigável de rescisão de contrato antes de encaminhar o caso para a via judicial. 

 

BLOQUEOU

 

 

O ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Ola Elvestuen, anunciou o congelamento de novos repasses ao Fundo Amazônia, reserva de capital estrangeiro gerida pelo BNDES e destinada a ações de preservação ambiental e combate ao desmatamento. Segundo informações do jornal "Dagens Næringsliv", o valor bloqueado é de 300 milhões de coroas norueguesas, o equivalente a R$ 134 milhões.

 

JUSTIFICATIVA


A decisão do governo norueguês ocorre porque o ministério do Meio Ambiente decidiu reformular a gestão do fundo e extinguir o Cofa (Comitê Orientador do Fundo Amazônia), criado com o objetivo de estabelecer os critérios para aplicação dos recursos na região amazônica. Na prática, isso centraliza o poder decisório nas mãos do Executivo brasileiro e reduz a participação da sociedade civil, sobretudo das ONGs (organizações não governamentais) que desenvolvem projetos ligados ao tema.

 

DOADORES


A Noruega é o principal doador do fundo (R$ 3,2 bilhões), seguida pela Alemanha (R$ 200 milhões), que também já havia congelado novas doações pelas mesmas razões.

 

DISSIMULAÇÃO

 

 

Em audiência pública no Senado, na semana passada, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, atacou a Noruega e apontou uma suposta hipocrisia do país europeu, que ameaçava se retirar do Fundo Amazônia devido às mudanças propostas pelo governo Bolsonaro, mas permitia a exploração de petróleo no Ártico e a caça de baleias. Também na semana passada, Salles disse, em audiência pública na Câmara, que os recursos do Fundo Amazônia são inexpressivos diante dos problemas da região.

 

INSATISFEITO

 

 

A demissão do ex-secretário de Imprensa Paulo Fona após 7 dias no cargo mostrou como está “mal na foto” o secretário de Comunicação do governo, Fábio Wajngarten, que o nomeou. Na manhã de terça (13), Bolsonaro ouviu de ministros críticas à comunicação como “o maior problema” do governo, e resolveu agir. Demitiu Fona, deixando clara sua insatisfação, e blindou o porta-voz de subordinação a Wajngarten. Mas manteve a Secretaria de Imprensa sob o comando da Secom.

 

TIPIFICADO COMO CRIME


A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou o Projeto de lei que tipifica o crime de perseguição obsessiva (stalking, em inglês), com pena de 6 meses a 2 anos de prisão. O projeto vai à Câmara.

 

SEM TEMPO


A Comissão de Trabalho da Câmara aprovou projeto anti-nepotismo com a emenda de Kim Kataguiri (DEM-SP), que barra a nomeação de parente de autoridade para os cargos de ministro e embaixador. Rodrigo Maia garante que isso não vai atrapalhar Eduardo Bolsonaro.

 

NOVOS TEMPOS


A UEFA Champions League chegou a 250 mil espectadores no jogo entre Liverpool e Chelsea, pela UEFA Supercup, ontem. Mas tudo através da transmissão no Facebook, sem nenhuma TV ligada.

 

ESTAMOS NO CAMINHO CERTO


O número de acessos em nossos programas e publicações nas redes sociais é a prova de que estamos seguindo a trilha correta. São milhões de acessos por mês com participação maciça dos internautas. Não há censura quanto às opiniões e só excluímos as referências com ofensas pessoais e conteúdos impróprios.

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