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Escolas podem visitar exposição que celebra amor, vida e morte

São duas exposições no mesmo ambiente - “O Amor é Filho do Tempo” e “Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos”

ASSESSORIA

10 de Abril de 2019 às 12:27

Escolas podem visitar exposição que celebra amor, vida e morte

FOTO: (Divulgação)

As instituições de ensino interessadas em agendar uma visita, seguida de debate, às duas exposições fotográficas multimídia “O Amor é Filho do Tempo” e “Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos” devem entrar em contato com a coordenação por meio do telefone 3224-2070. A classificação é 14 anos. O trabalho é do Coletivo Madeirista.

 

Os trabalhos estão expostos na Casa Ruante, na rua José Bonifácio- 1295, entre Calama e Abunã. A mostra, aberta ao público na quinta-feira (4/4), ficará exposta até o dia 19 deste mês (abril), das 16 às 20 horas. Já as escolas podem agendar a visita na parte da manhã, tarde e noite.

 

 

A mostra aborda o amor, a vida e a morte. “É uma catarse e ninguém sai indiferente ao que ela tenta transmitir”, declarou Elizabete Christofoletti, que assina “O Amor é Filho do Tempo”.

 

O trabalho de Elizabete (O Amor é Filho do Tempo) é referenciado na obra literária de “Hamlet”, de William Shakespeare. De acordo com o curador da exposição, Joesér Alvarez, a exposição utiliza fragmento, em vídeo, do espetáculo Hamlet, no qual o personagem shakespeariano toma consciência de si ao sentir-se traído por Ofélia, sua esposa, caindo em desilusão profunda.

 

 

O visitante também pode interagir nesse ambiente shakespeariano, composto por uma cama, fitas coloridas e binóculos com fotos de cenas de amor produzidas com bonecos de plástico. Há ainda no ambiente, objetos (tapetes) que aguçam os cinco sentidos dos que passam pelo espaço.

 

“Nós Que Aqui Estamos...”

 

Já o trabalho fotográfico “Nós Que Aqui Estamos por Vós Esperamos”, contemplado com o prêmio de fotografia Dana Merril/2017, da Superintendência Estadual de   Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), aborda, de acordo com Joesér, uma temática fúnebre, ao incluir imagens de pessoas que morreram.

 

 

“São retratos atemporais produzidos de forma artística, em uma poética lúgubre, com a proposta de celebrar a vida”, observou. “É um convite a uma reflexão sobre o valor do tempo presente como a maior dádiva da vida”, concluiu.

 

 

 

 

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