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MEMÓRIA: Ameron lança livro que conta a história dos 35 anos da magistratura em RO

São histórias contadas por aqueles que participaram da saga

EDIÇÃO - RONDONIAOVIVO

3 de Janeiro de 2019 às 10:40

MEMÓRIA: Ameron lança livro que conta a história dos 35 anos da magistratura em RO

FOTO: (Divulgação)

O livro  “Ameron 35 Anos: a História da Magistratura em Rondônia” conta a saga dos pioneiros que chegaram ao coração da Amazônia em meados dos anos 80, incumbidos de instalar toda a estrutura do Poder Judiciário. A obra retrata com fidedignidade a trajetória da magistratura de Rondônia.

 

Com a presença de magistrados, promotores de Justiça, defensores públicos e advogados, a Ameron apresentou a imprensa local a obra inédita que conta com a riqueza de detalhes todo o histórico da Justiça no estado, compreendido entre o fim do século 19 e início do 20. O livro mostra os indícios da aplicabilidade da Justiça nos estados do Mato Grosso e Amazonas, quando da divisão político/administrativa da região. 

 

São histórias contadas por aqueles que construíram a ‘história’, detalhes e curiosidades pitorescas que enriquecem o conhecimento não só dos cultores do Direito, como também dos mais apaixonados leitores que buscam a compreensão da sua realidade social. Essa obra é fruto de um trabalho inédito, documentado, relatado e fotografado com maior fidedignidade possível para contextualizar os fatos mais próximos da realidade ao leitor, em um trabalho jornalístico e com a participação de todos os magistrados ativos e inativos”, discursou o presidente da Ameron, desembargador Alexandre Miguel.

 

Um dos colaboradores do trabalho de investigação e pesquisa histórica para a produção da obra, William Haverly Martins, destaca a importância e o papel do Judiciário desde os tempos mais remotos até a sociedade contemporânea. “O exercício da Justiça foi o primeiro ato civilizatório, sem medo de errar da humanidade. Está no Torá e na Bíblia, no livro dos juízes, está em Salomão – Justiça Salomônica – está nos povos do crescente fértil , se enveredarmos ao criacionismo, está no próprio Deus, ao instalar um Tribunal Celestial Supremo, para julgar os atos de Eva e Adão, no Jardim do Éder.

 

Em qualquer ajuntamento humano, por mais abstrato que seja o conceito, ou por mais esdrúxula que seja a cultura, a justiça e o magistrado estarão sempre presentes, na maioria das vezes, acompanhados de filósofos gregos, juristas romanos, deusas com venda ou sem venda, com balança de vários formatos, com espada posicionada pra cima ou pra baixo, como um valor inerente, uma virtude cardinal, ou simplesmente uma conquista do ser humano, enquanto ser social”, proferiu durante a cerimônia de lançamento.

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