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Em 2019, técnicos do Bolshoi virão a Porto Velho para fazer mais uma pré-seleção de bailarinos

Este ano, a escola russa veio pela primeira vez à capital, quando selecionou 14 alunos para competir na etapa nacional

ASSESSORIA

29 de Outubro de 2018 às 12:57

Em 2019, técnicos do Bolshoi virão a Porto Velho para fazer mais uma pré-seleção de bailarinos

FOTO: (Divulgação)

A Prefeitura promoverá mais uma vez a vinda dos instrutores da Escola Ballet Bolshoi/Brasil para fazer a seletiva na capital em 2019. Será a segunda vez que o Bolshoi fará audição em Porto Velho.

 

Em maio deste ano, os técnicos estiveram na capital, por meio da Fundação de Cultura do Município (Funcultural), para realizar o teste. Pelo menos 250 alunos de todo o estado se inscreveram, passando apenas 14 deles.

 

A segunda etapa da seletiva foi em Joinville (SC). Dos 14 aprovados em Rondônia, apenas dois lograram êxito no teste final na cidade catarinese – Mirela Leão e Caio Julliano Monteiro. Ele, do Ballet do Sesi, tem 11 anos; ela da Escola da Dança D’Palma, tem 10. Esta é a primeira vez que bailarinos de Rondônia conseguem uma vaga na disputadíssima Escola Bolshoi.

 

Em janeiro eles seguem para Joinville, onde residirão a partir de 2019. A rotina dos dois será entre as aulas de ballet e o colégio. “Será muito puxado, mas como era o sonho de ambos, acredito que irão de adaptar rápido”, observou a mãe de Caio, Andréia Monteiro.

 

Ainda sem acreditar no que aconteceu, a mãe de Mirela disse que está se preparando para acompanhar a filha, que quer alçar voos cada vez mais altos.

 

 

O presidente da Funcultural, Ocampo Fernandes, afirmou que trazer os técnicos para fazer o teste em Porto Velho foi a decisão mais acertada, pois, segundo ele, o gasto é muito elevado para as crianças se deslocarem até Joinville ou mesmo para um estado mais próximo para se submeterem à seletiva.

 

“Como são menores de idade, precisam ir acompanhados dos pais, aumentando ainda mais os gastos”, explicou. Para ele, ao realizar a seletiva aqui, cria-se a oportunidade para um número maior de bailarinos participarem, especialmente os de baixa renda.

 

 

 

 

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