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ATUALIZAÇÃO: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

Será que realmente está acontecendo esse desembarque na candidatura do Coronel?

ZÉKATRACA

17 de Outubro de 2018 às 11:45

ATUALIZAÇÃO: Confira a coluna "Lenha na Fogueira", por Zékatraca

FOTO: (Assessoria)

O velório do Ademir Rapo da Costa ou simplesmente ANIMAL como era conhecido e ficou famoso entre carnavalescos e agentes de Segurança, entra para a história como sendo o primeiro a ser realizado num Bar ao som de muito forró.

 

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Animal por muitos anos, foi o principal Segurança da Presidência da Banda do Vai Quem Quer. Começou com o Manelão e ultimamente era o Segurança da Siça.

 

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Ele não atuava como segurança seguindo a presidente da Banda, Siça gostava que ele ficasse na Porta de Entrada da Sede do Bloco observando os visitantes, com um detalhe, sempre de óculos escuro e coturno. “Nunca vi o Animal sem óculos, nem mesmo a noite”, disse Siça lamentando profundamente o falecimento do amigo Segurança.

 

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Flamenguista doente, Animal passava para todos nós que o conhecíamos e participávamos da programação da Vai Quem Quer a mais completa confiança.

 

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Apesar de ser uma pessoa que gostava de carnaval, quando estava trabalhando na Banda, parecia aqueles “Guardas” Ingleses, nem se mexia quando a Siça estava sendo entrevistada ou atendendo uma pessoa em particular. Animal ficava atento a todos os movimentos ao seu redor.

 

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Ele não precisava de comparação com Quincas Berro D’água personagem de Jorge Amado. Ele era ele e acho até, que nunca nem ouviu falar em Berro D’água. Talvez seu velório tenha sido em homenagem ao velório do seu ídolo Manelão.

 

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Assim como o do Animal, o velório do Manelão também foi à base de muita música, com uma diferença, Manelão foi velado à base de marchinhas carnavalescas e o Animal a Base de Forró.

 

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Nós diretores da Banda do Vai Quem Quer ficamos devendo, por não termos participado da festa que foi o velório do Animal. Descansa em paz amigo!

 

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Por falar em sentimento! Venho aqui de público, pedir desculpas pela mancada que dei na coluna de ontem 16, quando relatei um fato que aconteceu em uma das campanhas do Chiquilito Erse.

 

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Relatei que o episódio havia acontecido quando Chiquilito era candidato a Prefeito de Porto Velho. A mancada foi, quando disse que o termo CHIC tinha sido utilizado na campanha de prefeito. Não foi!

 

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Hoje quando acessei o site Gente de Opinião deparei com uma Crônica do grande Lúcio Albuquerque falando sobre o episódio, que realmente aconteceu, só que, quando Chiquilito foi candidato a Governador.

 

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Acompanhe trecho publicado na coluna do Lúcio:

 

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“Em 1994 o candidato Chiquilito Erse era apontado como vencedor da corrida pelo governo do estado.

 

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Lembram daquele plástico “Votar em Chiquilito é chique”?

 

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Pois é: tenho informação concreta de que foi gestado no escritório de um apoiador do Chiquilito.

 

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A resposta foi imediata, e “viralizou” virando votos a favor de Valdir Raupp: “Raupp é simples”. Lembram?”.

 

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Aí Lúcio passa a se referir ao episódio que aconteceu com o candidato Marcos Rocha do PSL e alguns membros do partido que atuam diretamente em sua campanha.

 

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Aliás, a respeito disso, os algozes fizeram as pazes na tarde de segunda feira, com todo mundo chorando. UM choro que pode ser com lágrimas de crocodilo.

 

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A respeito do episódio, Lucio Albuquerque relata em sua crônica:

 

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Com a necessidade de buscar milhares de votos para empatar com o que seu adversário conseguiu de diferença no turno, Marcos Rocha, com aquela mídia, vai confundindo o eleitor menos avisado e, pior, fazendo com que alguns que o mimosearam com seus votos na primeira fase, comecem a olhar para o outro lado, seja anulando, deixando em branco ou, pior, votando no adversário.

 

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Será que realmente está acontecendo esse desembarque na candidatura do Coronel?

 

 

Wankabuki se apresenta

na frente do teatro - RO

 

No próximo sábado, dia 20, o Grupo de Teatro Wankabuki, de Vilhena, vai apresentar as 20 horas,  entre as esculturas em frente ao Teatro Palácio das Artes Rondônia em Porto Velho, a peça À Margem.

 

 

O espetáculo é ganhador do Prêmio Sesc de Incentivo às Artes Cênicas 2018.  Serão oito apresentações em escolas da capital e do interior rondoniense. 

 

O espetáculo foi escrito pela atriz e também diretora do Wankabuki, Valdete Sousa. A dramaturga explica que a peça apresenta a história de imigrantes desbravadores, dentre eles os cacaieiros, as lavadeiras, lavradores e garimpeiros em busca de ouro, pedras preciosas e terras. “Criado a partir das vozes de nossas mães e avós e da história oral que permeia às margens dos rios. Em suas linhas, evoca a história de um rio morto, no passado fonte de vida, rememorando as mazelas de famílias nordestinas e sulistas, no abandono de suas origens, na esperança de encontrar o Eldorado. O imaginário Amazônico e a história dividem espaço com o progresso e os sonhos de homens e mulheres”, complementa. 


A peça contará com tradução simultânea em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), além de visita guiada ao cenário, antes das apresentações, para pessoas cegas ou com baixa visão e espaços reservados para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. “Acredito que a acessibilidade no teatro deve vir antes da necessidade. É preciso uma conscientização da sociedade como um todo, para que transformemos cada vez mais, lugares acessíveis, a mais pessoas”, diz Débora Veiga, sonoplasta e responsável pelas visitas guiadas ao cenário.

 

O espetáculo estreou na programação do Palco Giratório em setembro de 2018. Foram duas apresentações (dias 16 e 18) no Sesc Esplanada, em Porto Velho (RO). Para a atriz Tainá Sousa a experiência de apresentar dentro de um grande festival de teatro foi gratificante. “Com certeza conta muito para meu currículo artístico. Acho muito bacana que convidem grupos como o nosso, do interior, para compartilhar histórias do nosso estado. Espero que o público se identifique com a história que estamos tentando transmitir”, comenta com expectativa.

 

 

Sobre o Grupo de Teatro Wankabuki 

 

O Grupo de Teatro Wankabuki completou 15 anos de existência em 2018 e durante esse período caminhou por diversas formas do fazer artístico, passando do drama ao cômico, e sempre buscando formação, seja em oficinas em outros municípios e na capital, em grupos de estudos ou mesmo na realização de oficinas para a comunidade. O grupo investe na formação de público e de artistas, na formação de pessoas capacitadas para o fazer artístico. São 15 anos de (r)existência artística no Cone Sul de Rondônia. Saiba mais sobre o grupo e fique por dentro das novidades acessando:  http://grupodeteatrowankabuki.blogspot.com.br/. Acompanhe também nossas redes sociais: Instagram e Facebook. 

 

 

 

Ficha Técnica 

 

Encenação: Grupo de Teatro Wankabuki 

Dramaturgia e direção: Valdete Sousa 

Atrizes: Valdete e Tainá Sousa 

Sonoplastia: Débora Veiga 

Iluminação: Edmar Leite 

Operação de Luz: Maycon Moura 

Fotografia: Dennis Weber 

Tradução em LIBRAS: Núbia Labov 

Figurino: Valdete Sousa 

Costura: Ateliê da Mary 

Cenografia e objetos cênicos: Tainá Sousa

Concepção de bonecos: Lúcia Manganaro 

Calendário de Apresentações 

Dia 17: Escola de Ariquemes 

Dia 18: Instituto Federal de Rondônia – Campus Porto Velho Calama –

19h Dia 20: Em frente ao Palácio das Artes

- 20h Dia 22: Escola Estadual 21 de Abril

Dia 23: Escola Estadual João Bento da Costa - 19h

Dia 24: Casa do Ancião - 16h

 

Dia 26: Escola de Nova Mamoré.

 

 

Energia Sustentável entrega

oito escolas em terras indígenas

 

A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária da Usina Hidrelétrica (UHE) Jirau, entregou para a Secretaria da Educação de Rondônia (SEDUC) oito escolas nas Terras Indígenas (TIs) Igarapé Lage e Igarapé Ribeirão, em Nova Mamoré e Guajará Mirim. Tais entregas atendem às recomendações da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) em interface com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

 

A UHE Jirau não impacta nenhuma Terra Indígena. A distância da Usina até as Terras Indígenas Igarapé Lage e Igarapé Ribeirão, por exemplo, é de 130 quilômetros e 108 quilômetros, respectivamente. No entanto, a entrega das escolas traz benefícios e cumpre com as ações estabelecidas no âmbito do Programa de Apoio às Comunidades Indígenas, desenvolvido pela ESBR.

 

 

As escolas atenderão alunos do ensino fundamental e médio e foram equipadas com laboratório de informática, cozinha, refeitório, além de alojamentos para os professores. As construções fazem parte do Acordo de Cooperação firmado entre a ESBR e a SEDUC, responsável pela educação escolar indígena em Rondônia. Na maioria das aldeias, as antigas escolas eram pequenas cabanas de palha construídas pelos próprios indígenas, onde em dias de chuva ou muito calor não era possível ter aulas.

 

Segundo o Arquiteto da SEDUC, Clébio Ribeiro, os projetos arquitetônicos foram elaborados com uma projeção de atendimento às TIs nos próximos dez anos. “Todas as obras ficaram bem feitas, atendem à comunidade tranquilamente, assim como os alojamentos atenderão aos professores que trabalharão nas aldeias”, afirma.

 

Para o Cacique da Aldeia Linha 10, Abraão Uruwaram, é uma grande alegria receber a obra. “A gente não imaginava ter uma escola assim na comunidade. Nem todas as aldeias têm uma construção assim. Faltam palavras para dizer como estou feliz. Agora é cuidar bem, porque é nosso”, diz Uruwaram.

 

O Coordenador Civil da ESBR, Claudiney Freitas, conta que a logística foi um grande desafio para as construções, porque são locais de difícil acesso e muitas vezes intrafegáveis em alguns períodos do ano, mas com muitos esforços das equipes conseguimos entregar todas as obras dentro do prazo acordado. “É uma satisfação muito grande contribuir com a implantação de obras tão importantes para as crianças indígenas”, concluiu Claudiney.

 

A Analista de Socioeconomia da ESBR que acompanha o Programa de Apoio às Comunidades Indígenas, Edielen Matos, destaca a importância destas obras para o fortalecimento educacional. “É gratificante saber que a UHE Jirau contribuiu com a educação das comunidades indígenas, considerando que uma base educacional estruturada pode garantir um futuro melhor com reflexos no resgate de valores étnicos, culturais e linguísticos”, conclui.

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