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Confira a coluna "Lenha na Fogueira', por Zékatraca

Neste ano o Dia Mundial do Rock foi comemorado em plena sexta-feira 13.

ZÉKATRACA

14 de Julho de 2018 às 10:39

Confira a coluna "Lenha na Fogueira', por Zékatraca

FOTO: (Zékatraca)

Neste ano o Dia Mundial do Rock foi comemorado em plena sexta-feira 13.

 

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Para a data, que surgiu durante o festival Live Aid em 13 de julho de 1985 quando Phill Collins declara que "aquele era o Dia do Rock," a School of Rock e a Deezer revelam quais são os hits mais ouvidos pelos brasileiros apaixonados pelo estilo.

 

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A Deezer, empresa de streaming de áudio global, revela que os rocks mais amados do Brasil neste ano misturam clássicos e bandas mais novas.

 

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A campeã é Radioactive, do Imagine Dragons, seguida por The Scientist, dos ingleses do Coldplay.

 

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Tempo Perdido (Legião Urbana) um clássico brasileiro dos anos 80, aparece em terceiro lugar.

 

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Losing My Religion do R.E.M. vem em quarto, seguido pelo clássico Highway to Hell do AC/DC.

 

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Já a School of Rock fez um levantamento de quais são os hits mais tocados pelas bandas da escola no último ano.

 

Apresentar-se no palco ao som de Seven Nation Army, do White Stripes é o sonho da maioria dos alunos da escola, assim como tocar Paranoid, do Black Sabbath; Rock n' Roll All Night, Kiss e Come Together dos Beatles.

 

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Fundada na Filadélfia em 1998, a School Of Rock opera mais de 150 unidades ao redor do mundo, em países como Estados Unidos, Canadá e Austrália. A primeira escola chegou ao Brasil em 2013 e hoje já são seis unidades no estado de São Paulo e um posto avançado em Porto Alegre.

 

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Rock em decadência? Parece que não!

 

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A SEMrush, líder global de marketing digital, mapeou o volume médio de pesquisas das principais bandas de rock em ferramentas de pesquisa como Google e Bing nos últimos seis meses.

 

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Surpreendentemente (ou não), os paulistanos do Titãs lideram a lista (941 mil buscas). Formada no começo da década de 1980, a banda diversas fases e revelou grandes nomes da música brasileira como Arnaldo Antunes e Nando Reis. Recentemente, com a saída de Paulo Miklos, o grupo se apresenta com Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto.

 

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Antes fazendo o chamado rock alternativo, o Coldplay foi o segundo colocado com 818 mil pesquisas.

 

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Na terceira posição, ficou a banda Linkin Park(729 mil). Muito popular nos anos 2000 com músicas como "In the End". Muito se comenta sobre o futuro da banda depois do suicídio de Chester Bennington, líder da banda, no ano passado.

 

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Bon Jovi, de Jon Bon Jovi, alcançou a quarta posição (517 mil). Com músicas de sucesso, principalmente nos anos 1980 e 1990, a banda mantém seu público próximo, fazendo turnês e atualmente roda o mundo com a This House Is Not for Sale Tour.

 

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Na quinta posição, ficou a brasiliense Legião Urbana (483 mil). Mesmo tendo acabado em 1996, a banda é lembrada até hoje e rendeu dois filmes em 2013, Somos Tão Jovens e Faroeste Caboclo.

 

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As outras cinco bandas mais pesquisadas foram: 6° Pink Floyd (479 mil); 7° Oasis (479 mil); 8° Guns N' Roses (455 mil); 9° Phoenix (419 mil); 10° Metallica (348 mil);

 

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Gênero velho?

 

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Apesar de muitas das bandas terem criado e deixado um legado, somente os ingleses do Coldplay e os franceses do Phoenix se mantém lançando material novo frequentemente.

 

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O Rock não morreu!

 

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Apesar de muitos afirmarem o contrário, a SEMrush estendeu parte do mapeamento até 2012 e comprovou que a média de volume de pesquisas por essas palavras-chave aumentou conforme o tempo no Brasil.

 

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Material publicado em homenagem aos roqueiros Leo Ladeira, Ocampo Fernandes, Rodrigo Erse, Denis Carvalho e Cia Los Dinos.

 

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Nem só de samba e toada de boi vive o Zekatraca!

 

 

Café dos Pobres do Caiari faz aniversário - 4 anos

 

Todos os domingos, quem passa pela avenida Presidente Dutra na esquina com a Carlos Gomes, presencia uma reunião onde os freqüentadores estão degustando café acompanhado de iguarias como cuscuz, tapioca, baixaria, sarapatel, banana frita, mugunzá, farofa de ovo além de café com leite, refrigerantes e sucos diversos. É a Confraria “Os Pobres do Caiari” que desde o dia 13 de julho de 2014, graças a saudade que o neto do pioneiro Deroche Pequeno Franco sentia ao sentar em frente a sua casa, nas manhãs de domingo.

 

Deroche Pequeno Franco Neto – Dero Neto fala sobre a história da Confraria “Os Pobres do Caiari”.

 

 

Histórico

 

Aos domingos eu sentava em frente de casa na Avenida Presidente Dutra, debaixo de uma das árvores centenária (nome científico - Oiticica) no Bairro Caiarí, conhecidas popularmente como “Marimari”. Ficava ali para passar o tempo e apreciar o movimento de domingo (quase nenhum).

 

Dero Neto é filho de família tradicional de Porto Velho, tanto que seu nome é bastante conhecido dos portovelhenses, uma vez que o complexo esportivo situado ao lado do Ginásio Cláudio Coutinho tem como patrono seu avô, Deroche Pequeno Franco, um pioneiro do município de Porto Velho e precursor do time de futebol Ferroviário Atlético Clube, nas décadas de 50/60.

 


Voltando à história da Confraria: Por ali passavam amigos e conhecidos. Muitos deles paravam pra jogar conversa fora, e alguns deles diziam que estavam “rodados”, sem ter o que fazer e pra onde ir, uma vez que estavam iniciando "carreira solo", alguns ainda casados ou récem-separados.

 

Dentre eles apareceu o amigo Léo Santana, na época recém-separado. Após muita conversa surgiu a idéia de fazer um café da manhã aos domingos para reunir os amigos e simpatizantes, no sentido de relembrar os bons tempos de infância e das aventuras, casos e causos da cidade e principalmente do bairro Caiari.

 

Inicialmente pensávamos em reunir apenas os amigos antigos do Bairro, porém, o movimento cresceu de tal forma, que foi necessário um local de maior espaço.

 

O pontapé inicial, ou seja, o primeiro café aconteceu no dia 13 de julho de 2014, exatamente em frente a minha residência.

 

Presentes: Léo Santana, Raimundo Santana (Bodó”), Dimas Oliveira (Coalhada), Ilmar Souza, Eudes Tourinho, Ernande Segismundo, José Menezes, Éder Sávio, Dimarcy Oliveira e outros.

 

No primeiro domingo de novembro, o café dos “Pobres do Caiarí” passou a ser um “cafémoço”, ou seja, passou a ser café e almoço acompanhado com muito samba e pagode, e se transferiu para o já denominado “Espaço Caiari” localizado ao lado da Casa da Cultura Ivan Marrocos na Avenida Presidente Dutra, esquina com a Avenida Carlos Gomes. Esse evento recebe aos domingos entre os eventuais e permanentes, cerca 150 pessoas.

 

A Confraria do Caiari passou a ser uma entidade com ações de filantropia, criou o Projeto Carambola na Casa de Cultura Ivan Marrocos com shows e eventos culturais (suspenso temporariamente), festeja as principais datas comemorativas como as Festas Juninas, Revellion, Carnaval, etc. Na atualidade, a Confraria se reúne todos os domingos para um delicioso e farto café matinal se estendendo com almoço e samba ao longo do dia. Este é o "Café dos Pobres do Caiari" comunitário e aberto a todos que desejam participar se cotizando na realização do já famoso Café. 

 

Neste domingo 15, será comemorado também os aniversários da dona Rosilda Santana e do criador do Projeto Deroche Pequeno Franco Neto – Dero Neto.

 

 

OPINIÃO

Futebol dá grana e entrevista com jogador ídolo dá Ibope

 

Em artigo reproduzido pelo Portal Comunique-se, Thiago Gomide analisa a relação de Neymar e outros astros do futebol com a imprensa. Entrevista, grana e outros pontos são observados pelo jornalista.

 

O negócio é o seguinte, em poucas linhas: futebol dá grana e entrevista com jogador ídolo dá Ibope. Neymar, por exemplo, rende audiência. Todo mundo quer entrevistá-lo.

 

Neymar só quer ser entrevistado por quem o bajule. Críticas? Reportagem séria? Nem pensar. Pergunta fora do script “como você conheceu a Bruna”? Nem sonhando.

 

O que isso provoca? Um séquito de puxa-sacos que não estão nem aí para o jornalismo e para a informação. Um séquito de papagaios amados por assessores e jogadores. Se não for isso, esquece entrevista. Entrevistas cada vez mais decoradas, chatas, lotadas de cacoetes publicitários.

 

“Neymar só quer ser entrevistado por quem o bajule. Críticas? Reportagem séria? Nem pensar”.

 

As imagens positivas propagadas por jornalistas aumentam o cachê dos moços – e da sua equipe e amigos, vale ressaltar.

 

Boa parte da imprensa, até para não perder o emprego, foi entrando nesse jogo. Criou-se uma condição de lugares comuns. “Joãozinho treinou bem nessa manhã”. Ou a máxima “Fulano passou fome e hoje sustenta uma ação social na Baixada”.

 

Não importa que Joãozinho bebeu todas na noite passada e está dando um “migué”. Com fotos e tudo. Não importa que Fulano está lavando dinheiro na ONG e está quase sendo preso no exterior. O negócio é a entrevista para ver se aumenta a audiência e, quem sabe?, cobrar também um aumento no fim da temporada.

 

“O que isso provoca? Um séquito de puxa-sacos que não estão nem aí para o jornalismo”.

 

No meio disso tudo há a briga por direitos de imagens das emissoras, que estão aterrorizadas com as chances de X times serem ligados à TV Globo e X times serem ligados ao Esporte Interativo.

 

“A relação entre a Rede Globo e Neymar está estremecida desde a Olimpíada, justamente por críticas de Galvão Bueno ao atacante durante a competição. Na época, o jogador comentou aos amigos não ter o interesse em atender pedidos da emissora”.

 

(Por Thiago Gomide. Jornalista formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Idealizado do projeto Tá Na História e coordenador de projetos da MultiRio)

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