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Música, dança e teatro lembram os 26 anos do ECA em Porto Velho

Música, dança e teatro lembram os 26 anos do ECA em Porto Velho

DA REDAÇÃO

15 de Julho de 2016 às 08:21

Música, dança e teatro lembram os 26 anos do ECA em Porto Velho

FOTO: (Divulgação)

A Secretaria Estadual da Assistência Social e do Desenvolvimento Social (Seas) mobilizou secretarias de assistência social do município de Porto Velho, acompanhado de órgãos e entidades que lutam pela causa dos direitos dos menores de 18 anos, para lembrar os 26 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente. O evento denominado Entardecer com o ECA foi realizado no Espaço Alternativo de Porto Velho nesta quarta-feira (13).

O estatuto foi criado para garantir os direitos e deveres da criança e do adolescente. A ideia da mobilização foi trazer a responsabilidade, não somente para o estado, mas, também, para entidades, sociedade civil e município, com o intuito de desenvolver políticas públicas na área.

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Ações aconteceram em todo o país, a fim de lembrar os direitos e os deveres da criança e adolescente. “O adolescente precisa da cultura, esporte, educação e saúde para se desenvolver, nós precisamos repensar alguns conceitos em prol deles. Eles precisam ser resguardados nos seus direitos e deveres”, diz Ana Karla Feitosa, da Gerência da Criança e do Adolescente do Seas.

O evento contou com apresentações de dança, teatro, música, aula de zumba e freestyle [futebol artes nas ruas]. Amadeu Sirezini, pai de Vitor e Amadeu Jr, diz que se sente orgulhoso de ver os filhos engajados no movimento. “A educação ainda é primordial, mas o esporte ocupa a mente das crianças e adolescentes quando não estão nas escolas, o esporte é bom para orientá-los. Eu faço a minha parte, mas devemos incentivar mais as crianças quanto a isso”, acredita.

Para a secretária do Seas, Herika Fontenelle, a redução da maioridade penal, tema mais abordado no movimento, não resolve o problema e o estatuto vem estabelecer a resolução de orientação para família e toda a sociedade. “Nós, enquanto sociedade, estado, municípios, familiares, pais e escolas temos que ter esse olhar diferenciado para que as políticas públicas amenizem a violência e o abuso, porque isso existe e não tem como o estado resolver sozinho, é uma ação que precisa ser conjunta e a redução da maioridade não resolve isso”, afirma secretaria da Seas.

Para Evaldenia Marques, participante do evento, o ECA e a facilidade de acesso a informações sobre os direitos e deveres da criança e do adolescente auxiliam os pais na orientação dos filhos. Sobre a redução da maioridade, ela cita a frase do filósofo Michel Foucault: “educai as crianças para que não seja necessário punir os adultos”.

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