close
logorovivo2

Nesta sexta Casa da Cultura Ivan Marrocos comemora o dia do artista plástico com "Exposição Coletiva de Maio"

Nesta sexta Casa da Cultura Ivan Marrocos comemora o dia do artista plástico com "Exposição Coletiva de Maio"

DA REDAÇÃO

8 de Maio de 2009 às 08:18

Nesta sexta Casa da Cultura Ivan Marrocos comemora o  dia do artista plástico com "Exposição Coletiva de Maio"

FOTO: (Divulgação)

O dia de hoje 8 de maio é dedicado ao artista plástico. Para comemorar a data a direção da Casa da Cultura Ivan Marrocos em parceria com a Associação dos Artistas Plásticos de Rondônia – Araplas programou para as 20h a abertura da “Exposição Coletiva de Maio” na galeria Afonso Ligório com obra dos seguintes artistas: Edilza Mota, J Messias, Franky, Rita Queiros, Assis Shathobriand, Geraldo Cruz, Miguel Arce, Bruna Suzic, Goreth Lira, Maria Regina Veloso, Fátima Amaral, Zoghbi, Nonato Cavalcante, Arlete Cortez, Lú Silva, Jean Ricardo, Gilson Castro, Englantina Santos, Izabela Fontenelle, Denis Coransil, Franciney da Silva, Júlio César, Mirtes Rufino, Sâmia Nogueira, Maria Ivone, Neli Pinheiro, Adelina Jacob, Margot e Homero Santos.

Amanhã 9, a partir das 15h será instalada no quintal da Ivan Marrocos, uma tela com mais de três metros de altura e quatro metros de largura, onde quem quiser, vai poder pintar o que achar que deve. “A Araplas vai disponibilizar além da tela, tintas e pincéis ao público interessado em externar suas idéias artísticas através das artes plásticas”, disse o tesoureiro da entidade Nonato Cavalcante.

Geraldo Cruz diretor da Casa da Cultura por sua vez, disponibilizou o espaço para que a entidade maior dos artistas plásticos realize o que denominou de “Tela coletiva gigante”.

O dia do artista plástico é uma homenagem ao artista plástico José Ferraz de Almeida Júnior, (1850-1899). Almeida Júnior nasceu em Itu (SP) e falecido tragicamente em Piracicaba, no mesmo Estado. Demonstrando desde a mais tenra idade inclinações artísticas, teve no Padre Miguel Correa Pacheco seu primeiro incentivador, quando era sineiro da Matriz de Nossa Senhora da Candelária, em sua cidade natal. Foi o padre quem obteve, numa coleta pública, o dinheiro suficiente para que o futuro artista, já então com cerca de 19 anos de idade, pudesse embarcar para o Rio de Janeiro, a fim de ali estudar.

De fins de 1876 até 1882 morou em Paris, efetuando, nesse último ano de sua permanência européia, breve excursão à Itália. Em Montmartre, onde residiu, teria pintado 16 telas com cenas do bairro famoso; tais pinturas, se de fato existiram, perderam-se de vez. Em compensação restam, do período francês, Arredores de Paris e Arredores do Louvre, e, sobretudo as grandes composições com as quais participou dos Salons de 1880 (Derrubador Brasileiro e Remorso de Judas), 1881 (Fuga para o Egito) e 1882 (Descanso do Modelo), obras admiráveis da pintura realista de qualquer tempo ou lugar. É curioso observar que, no Derrubador Brasileiro, à falta de um autêntico caboclo paulista, Almeida Júnior tomou como modelo um jovem italiano de nome Mariscalo.Infelizmente, a vida e a carreira de Almeida Júnior foram tragicamente truncadas a 13 de novembro de 1899, quando o artista caiu apunhalado, diante do Hotel Central de Piracicaba, por José de Almeida Sampaio, seu primo e marido de Maria Laura, o qual acabara de descobrir a ligação amorosa que existia, havia longos anos, entre a mulher e o pintor.

A direção da Casa da Cultura e Araplas convidam todos a participarem das comemorações relativas ao Dia Nacional do Artística Plástico.

 

MAIS NOTÍCIAS

PRIMEIRA PÁGINA
RONDONIAOVIVO TV
DESTAQUES EMPRESARIAIS
PUBLICAÇÕES LEGAIS
COLUNAS