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MATOU OS PAIS: Suzane Von Richthofen quer ser pastora quando sair da cadeia

Durante testemunho em igreja, Suzane afirmou que matou os pais porque foi seduzida pelo diabo

ESTADO DE MINAS

24 de Outubro de 2019 às 15:46

MATOU OS PAIS: Suzane Von Richthofen quer ser pastora quando sair da cadeia

FOTO: (Divulgação)

Condenada por matar os pais em 2002, Suzane Von Richthofen, de 35 anos, pretende ser pastora após deixar a prisão.  Ela deixou o presídio de Tremembé, no feriado de 12 de outubro para a famosa “saidinha” permitida em alguns feriados do ano. 

 

De acordo com as informações da revista Época, Suzane teria seguido para Angatuba, São Paulo, cidade do seu noivo, Rogério Olberg. Durante os sete dias em que ficou “solta”, Suzane recorreu a uma peruca chanel preta  para andar nas ruas. Quando perguntavam seu nome, respondia que se chama “Louise”, seu segundo nome de batismo. 

 

Suzane frequentou durante o dia a praça principal da cidade, tomou sorvete e fez alguns passeios com o namorado. Porém, durante a noite, Suzane descartava o disfarce e frequentava o culto da Igreja do Evangelho Quadrangular Central, onde foi tratada como celebridade e chamada para fazer “selfies” com os fiéis. 

 

Durante a “saidinha” para o Dia das Mães, Suzane subiu ao púlpito e deu um testemunho de 30 minutos sobre arrependimento. Sem dar detalhes do crime, ela afirmou que matou os pais porque foi seduzida pelo diabo.

 

Além de frequentar a Igreja Quadrangular, Suzane vai a cultos da Comunidade Moriá, uma igreja de Taubaté com presença nas penitenciárias de Tremembé. Lá, Suzane demonstrou interesse em seguir a carreira de pastora. Segundo o pastor Euclides Vieira, ela tem interesse de estudar e começar a carreira de missionária, para depois poder fazer pregações.

 

Na cadeia, Suzane tem hábito de ler a bíblia e decorar passagens sobre o perdão. Apesar disso, a criminosa não consegue autorização para cumprir em liberdade o restante dos 39 anos da pena a que foi condenada.

 

Recentemente Richthofen passou por um teste de suas funções psíquicas e foi classificada como “vazia, infantilizada, manipuladora, desvalorizadora do ser humano, dissimulada e egocêntrica”.

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