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CONFUSÃO: Ex-BBB Hana será investigada após chamar Neymar de “estuprador”

A equipe jurídica do atacante do PSG está analisando as falas da ex-sister

METRÓPOLES

5 de Junho de 2019 às 16:37

CONFUSÃO: Ex-BBB Hana será investigada após chamar Neymar de “estuprador”

FOTO: (Divulgação)

ex-participante do BBB19, Hana Khalil se envolveu em mais uma polêmica após gravar vídeos falando sobre as acusações contra Neymar. A jornalista chamou o jogador de estupradore causou a maior confusão nas redes sociais.

 

“Mesmo que seja mentira, mesmo que a garota esteja mentindo, querendo se aproveitar da grana do Neymar como vocês estão falando… Até que se prove o contrário, até que a Justiça prove o contrário, ele é estuprador”, disse ela. “Vocês tem que parar com esse estereótipo de que estupro é só quando um cara te prende num beco e você não consegue sair”, continuou. “Quando acontece uma coisa dessas a gente percebe o quanto a sociedade, o brasileiro principalmente, não sabe se comportar, não sabe a gravidade, o teor do que isso significa. Não sabe se comportar diante de uma notícia como essa, de uma situação como essa. Quem deve não teme, não é, Ney?”, concluiu.

 

Após a repercussão, a equipe jurídica do atacante do PSG está analisando as falas da ex-sister. A informação é do jornal Extra. “Já foi acionado [o departamento jurídico] e está analisando a situação”, disse a assessoria de imprensa do craque à publicação.

 

Caso


O jogador Neymar da Silva Santos Junior é investigado, em São Paulo, depois que uma mulher o denunciou por um estupro que teria acontecido no Hotel Sofitel Paris Arc de Triomphe, em Paris. Em depoimento que durou mais de três horas, de acordo com o boletim de ocorrência (BO) obtido pelo Metrópoles, a mulher afirmou que, “aparentemente embriagado”, o jogador a forçou a ter uma relação sexual.

 

Segundo o relato da vítima, que não foi identificada no BO com base em um protocolo de segurança, o fato aconteceu no dia 15 de maio, mas só foi registrado nessa sexta-feira (31/05/2019), na 6ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em Santo Amaro, em São Paulo. Ela disse à polícia que estava emocionalmente abalada e teve medo de registrar o caso na França.

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