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ASSÉDIO: Policial é assediada por funcionários de obra no TJ e os prende na hora

“Gostosa, hein” e barulhos de gemido foram algumas das ações que levaram os dois funcionários para a prisão

O LIVRE

31 de Maio de 2019 às 11:57

ASSÉDIO: Policial é assediada por funcionários de obra no TJ e os prende na hora

FOTO: (Divulgação)

Uma sargento da Polícia Militar precisou dar voz de prisão a dois homens, de 31 e 32 anos, que a desrespeitaram como profissional e como mulher dentro do Tribunal de Justiça de Mato Grosso nessa quinta-feira (30). Os suspeitos assediaram a militar fardada enquanto ela passava por eles e acabaram presos em flagrante.

 

A policial estava em horário de expediente, fardada e identificada como uma autoridade policial, quando, por volta de 13h50, passou perto do local onde dois funcionários de uma empresa de engenharia contratada pelo TJMT, uniformizados, realizavam uma obra.

 

Assim que viram a militar indo em direção a eles, os dois homens começaram a direcionar, em alto e bom tom, opiniões sobre a sargento, como: “nossa, olha lá, lá vem ela”, enquanto a olhavam fixamente e faziam barulhos como se estivessem gemendo.

 

Ainda que constrangida, a policial fez questão de manter contato visual com os dois homens para tentar fazer com que ambos parassem, porém, eles não se sentiram intimidados e permaneceram com os olhares, falas e gestos desrespeitosos para ela.

 

Quando a sargento chegou ao lado dos suspeitos, foi surpreendida por um deles que, “sem hesitar e sem demonstrar qualquer princípio ou de moral, deferiu direcionando à vítima a frase ‘gostosa, hein’”, consta no boletim de ocorrência.

 

Incrédula com o que estava acontecendo, imediatamente a policial disse para o suspeito de 31 anos repetir a frase, mas ele tentou se defender afirmando que quem teria falado era o colega, de 32 anos, e não ele.

 

Porém, a policial tinha certeza de quem tinha falado e respondeu que viu e ouviu o que havia saído da boca dele. Ela deu voz de prisão aos dois e os encaminhou para a Central de Flagrantes de Cuiabá, onde o caso foi registrado, a princípio, como importunação ao pudor.

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