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VIOLÊNCIA: Mulher mata marido com ajuda do filho e deixa recado na cena do crime

O bilhete dá dicas do que pode ter motivado o crime. Ela abriu a porta para o filho e o genro executarem o plano de morte do próprio marido no São José, Zona Leste. Veja o que ela diz no bilhete

EM TEMPO

26 de Fevereiro de 2019 às 16:05

VIOLÊNCIA: Mulher mata marido com ajuda do filho e deixa recado na cena do crime

FOTO: (Divulgação)

O feirante Vanderley Cunha de Souza, de 48 anos, foi morto na noite desta segunda-feira (25) com um tiro no peito. O crime ocorreu por volta das 21h45, na rua Castanho, bairro São José, na Zona Leste. Os principais suspeitos de cometer o assassinato são o enteado e a própria esposa da vítima, que deixou um recado em um guardanapo.

 

De acordo com a polícia, o filho e genro da mulher da vítima foram os autores do crime. Imagens de câmera de segurança próximas à casa do casal mostram dois homens chegando ao local em um carro vermelho. É possível ver Kelly Fabriciane de Oliveira abrindo o portão para os assassinos. 

 

A vítima estava dormindo em um dos quartos da casa, ao lado da companheira - cúmplice no assassinato. A vítima ainda chegou a ser socorrida e foi levada ao Pronto-Socorro (PS) Dr. João Lúcio, na Zona Leste de Manaus, mas não resistiu ao ferimento e morreu por volta das 22h20. O corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML).

 

 

Motivação

 

Logo após atirar no feirante, a dupla foge do local juntamente com Kelly, que até a manhã encontrava-se foragida. A mãe da vítima, Maria Estela Cunha de Souza, de 79 anos, foi quem encontrou o filho ensanguentado em cima da cama e pediu a ajuda de vizinhos. 

 

Segundo Maria Estela, o filho não tinha um bom relacionamento com a mulher e as brigas constantes eram motivadas por ciúmes. 

 

"Ele já tinha pedido para Kelly deixar o imóvel. No último domingo (24), eles tiveram uma briga. Suspeitamos que ele tenha se vingado. No local, achamos um bilhete deixado por ela", explicou. 

 

Em um guardanapo de papel, a mulher dá dicas do que pode ter motivado o crime.

 

 

 

 

 

"Os relacionamentos nunca morrem de morte natural. Eles são assassinados por mentira, engano, desrespeito, egoísmo, ciúmes, insegurança e mau caráter", escreveu ela no bilhete.

 

O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e as buscas aos suspeitos já iniciaram.

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