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Justiça concede a Dado e Bonfá o uso do nome Legião Urbana

Segundo a sentença do juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, expedida no último dia 17 e publicada nesta terça (28), os ex-integrantes poderão usar o nome da banda no exercício de suas atividades profissionais.

DA REDAÇÃO

30 de Outubro de 2014 às 16:47

Justiça concede a Dado e Bonfá o uso do nome Legião Urbana

FOTO: (Divulgação)

A batalha judicial dos ex-Legião Urbana Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá contra Giuliano Manfredini, o filho de Renato Russo, envolvendo os direitos do uso do nome da banda, ganhou mais um capítulo nesta semana.

Segundo a sentença do juiz Fernando Cesar Ferreira Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, expedida no último dia 17 e publicada nesta terça (28), os ex-integrantes poderão usar o nome da banda no exercício de suas atividades profissionais.

Caso Giuliano descumpra a decisão, ele terá de pagar uma multa de R$ 50 mil. Dado e Marcelo, no entanto, não obtiveram a cotitularidade da marca "Legião Urbana", que continuará restrita ao herdeiro.

"Nós nos sentimos vitoriosos, pois o Giuliano nunca impediu de fato que eles não fizessem o uso da marca. Nós vamos recorrer, mas  somente para esclarecer quais os limites desse uso profissional, que não pode se estender ao licenciamento de marcas para roupas, acessórios, ou venda de CDs, por exemplo", afirmou Luiz Edgard Montaury, advogado do filho de Renato Russo.

Procurados, os advogados de Dado e Bonfá não responderam até a conclusão desta reportagem.

Disputa pela Legião

Em julho de 2013, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu uma liminar que garantia aos músicos Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá o direito de usar livremente a marca Legião Urbana, que, segundo eles, estava sendo cerceado pelos familiares de Russo. Em resposta, Manfredini entrou com recurso e recuperou o direito da marca.

Em junho deste ano, houve a primeira audiência para analisar a disputa. Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá compareceram ao Palácio da Justiça, no Rio; Manfredini não foi,  e seus advogados não aceitaram a proposta de que a marca da banda fosse dividida igualmente entre as três partes. 

Outra reclamação dos ex-integrantes da Legião Urbana tem relação com o novo site da banda, lançado neste ano por Manfredini sem contar com a participação dos músicos. Para o baterista, o herdeiro "desfigura" a história da banda ao acrescentar fotos e materiais de integrantes que ficaram pouco tempo no grupo.

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