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Mãe joga as duas filhas pela janela

As duas crianças foram socorridas por vizinhos. O bebê está internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Bartholomeu Tacchini. A mulher foi atendida no mesmo hospital, onde recebeu atendimento médico e foi encaminhada à Delegacia da Mulh

DA REDAÇÃO

5 de Março de 2013 às 14:36

Mãe joga as duas filhas pela janela

FOTO: (Divulgação)

Um bebê de sete meses e uma menina de dois anos foram arremessados na manhã de ontem (4) do terceiro andar de um prédio na cidade de Bento Gonçalves (RS) pela própria mãe. A mulher, de 24 anos, tem histórico de depressão e não teve o nome divulgado. As informações são da Polícia gaúcha.

As duas crianças foram socorridas por vizinhos. O bebê está internado na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital Bartholomeu Tacchini. A mulher foi atendida no mesmo hospital, onde recebeu atendimento médico e foi encaminhada à Delegacia da Mulher de Bento Gonçalves.

A casa de dois andares fica localizada em cima de uma loja de conserto de motos. As crianças foram arremessadas de uma altura de dez metros, mas a menina de dois anos ficou presa na grade da varanda da casa e não sofreu ferimentos graves. O bebê foi jogado na estrutura do telhado da loja, que quebrou com o impacto.

O gerente de um posto de gasolina retirou a criança do telhado com a ajuda de uma escada. O hospital divulgou um boletim médico do bebê às 13h. A menina deu entrada na UTI com escoriações severas, segundo o relato. Os exames realizados na criança, entretanto, não detectaram fraturas. O estado da menina é considerado regular e ela não corre risco de morrer.

Segundo a delegada Isabel Trevisan, que investiga o caso, a criança mais velha conseguiu se desvencilhar da mãe e se segurou nas grades da casa, evitando a queda. A policial informou que a mãe das duas meninas aparenta confusão mental. Ela será autuada em flagrante por tentativa de homicídio.

No depoimento à polícia, o pai das meninas, Domingos Rossi, 48, afirmou que tentou internar a mulher na noite de domingo, mas que não conseguiu vaga em nenhuma unidade de atendimento psiquiátrico da região. O homem confirmou que a mãe das crianças tinha histórico de depressão, embora nunca tenha, segundo ele, protagonizado episódios de violência.

De acordo com a delegada que investiga o caso, o pai dormia em casa quando foi acordado pelo barulho das crianças. O homem tem passagens pela polícia por agressão. A mãe das crianças continua no hospital, em atendimento médico, sob custódia da polícia. Quando for liberada, vai responder por dupla tentativa de homicídio.

 

 

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