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Laudo do IML no Acre prova que bebê de 2 anos morreu de overdose de cocaína

Laudo do IML no Acre prova que bebê de 2 anos morreu de overdose de cocaína

DA REDAÇÃO

25 de Abril de 2011 às 16:53

Laudo do IML no Acre prova que bebê de 2 anos morreu de overdose de cocaína

FOTO: (Divulgação)

Criança ingeriu a droga, que estava na bolsa da mãe, em Rio Branco.
Ela será indiciada por homicídio, segundo a Polícia Civil.

 

A morte do bebê de 2 anos foi provocada por overdose de cocaína, segundo laudo do Instituto de Medicina Legal (IML) de Rio Branco, divulgado nesta segunda-feira (25). A criança morreu na noite de segunda-feira (18), após ingerir um papelote da droga, que estava na bolsa da mãe, de 29 anos. O exame foi feito por meio da coleta da urina do menino.

Segundo a delegada Áurea Letícia Carneiro Ribeiro Deni, da Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher, um outro laudo ainda deve ficar pronto nesta semana. "O exame deu positivo para a criança. Agora, estamos esperando o exame toxicológico feito na mãe. Queremos saber se ela é usuária da droga."

Áurea afirmou ainda que investiga a possibilidade de que a mãe da criança estivesse se preparando para levar a cocaína para outra pessoa. "O companheiro dela está preso na Colônia Penal Francisco de Oliveira Conde e por isso estamos apurando se ela estaria levando a droga para ele."

Ainda de acordo com a delegada, a mãe prestou depoimento e teria negado ser usuária de drogas. “Ela disse que encontrou um papelote de cocaína na rua há 15 dias e guardou a droga dentro da carteira. O outro filho dela, de 4 anos, pegou o entorpecente e deu para o irmão, que engoliu o material”, afirmou Áurea.

A delegada afirmou que uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Emergência (Samu), mas não sabia que o bebê havia ingerido drogas. A criança chegou a ser levada ao hospital, mas não resistiu.

“O bebê teve uma convulsão e, quando os médicos chegaram, a mãe não revelou que o bebê poderia ter ingerido cocaína. Se ela tivesse passado essa informação para os médicos, a morte poderia ter sido evitada”, disse a delegada.

A mãe recebeu acompanhamento de uma assistente social e foi liberada após o depoimento. Ela poderá ser convocada a prestar novo depoimento e ser indiciada por homicídio.

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