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PRODUTORES LOCAIS: Sema promove 2º Encontro da Castanha para disseminar a modalidade clonal

O Coordenador de produção de mudas da Sema, Antônio Marcos, explica que além de disseminar a técnica de clonagem, o objetivo foi repassar conhecimentos sobre a colheita assistida e seleção das sementes

ASSESSORIA

3 de Dezembro de 2018 às 15:22

PRODUTORES LOCAIS: Sema promove 2º Encontro da Castanha para disseminar a modalidade clonal

FOTO: (Assessoria)

Mundialmente conhecida como Castanha-do-Pará ou Castanha-do-Brasil, a Bertholletia excelsa, nativa da região amazônica brasileira, é árvore nobre, protegida pelo Código Ambiental Brasileiro. O decreto Federal nº 5.975, de 30 de novembro de 2006, proíbe a exploração da espécie para fins madeireiros em florestas naturais, primitivas ou regeneradas.

 

Desta maneira, somente por meio de planos de manejo adequados, que contenham todos os métodos envolvidos na exploração, beneficiamento e transporte, é possível fazer o cultivo para fins de comercialização.

 

Respeitadas estas regras, ainda há o desafio do tempo de produção. A primeira pode levar em média de oito a doze anos para frutificar. A boa notícia é que a técnica de clonagem da amêndoa pode reduzir a espera para cinco anos. O método foi ensinado por técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA) a produtores de Ariquemes, durante o 2º Encontro da Castanha, ocorrido numa propriedade rural do município, referência no assunto. O evento foi desenvolvido em parceria com o Governo do Estado de Rondônia, Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e Federação da agricultura e pecuária do Estado de Rondonia (FAPERON).

 

O Coordenador de produção de mudas da Sema, Antônio Marcos, explica que além de disseminar a técnica de clonagem, o objetivo foi repassar conhecimentos sobre a colheita assistida e seleção das sementes. “É um projeto pioneiro, no âmbito municipal, que daqui há uns quatro ou cinco anos dará resultado. Inclusive a ideia é fazer o plantio no Parque Botânico e áreas de Preservação Permanente”, concluiu, Antônio Marcos.

 

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